[Numero 2] Pântano em Ruinas

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[Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Syaoran em Sex 4 Jul 2014 - 1:50



à medida que se vai aproximando do centro daquelas ruínas que agora se tratava de uma ilha, parede mais húmido, mais pantanoso mas ainda igualmente envolvido por natureza
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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Hiroby em Qui 4 Jun 2015 - 21:42

DIA DEZESSETE, TARDES PANTANOSAS


Após terem contato com todo o resto da cidade Karakura, Edward Arques e seus apóstolos seguiram o caminho em encontro das profundezas da ilha e, evidentemente, o Mercado Negro que ali se ocultava. Edward e Shiroi usavam vestimentas feitas de peles de animais que encontraram dentro da cidade. As cabeças de lobos eram o capuz deles, o que dava um sentindo de coletividade ao apostolado de Edward Arques além de uma tendência a serem perseguido pelo Greenpeace.


O Corvo voava bem acima deles, parecendo um simples animal que trafega pelos ares em busca de alimento. Entretanto, ele estava lá no alto para melhor observar a floresta e suas condições.

O terreno em si que adentraram de um caráter mais lodoso, com excesso de musgos e uma umidez bem característica. Ainda era bem notável o excesso de natureza presente por aqueles campos, mas já não haviam prédios e outras coisas ligadas a cidades em si.

Permaneciam silenciosos em meio do caminho, no aguardo de alguma demonstração de perigo.
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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Syaoran em Qua 10 Jun 2015 - 15:55


O aparente duo entrava pelo pântano denso em caminho ao mercado negro fora de vista e ainda longe do grupo começavam algumas pessoas a cochichar -Finalmente aqueles dois começaram a se mover depois de mais de meio mês cá. Que fazemos? - perguntou o primeiro escondido na vegetação esperando algum tipo de resposta -O chefe ordenou que vissemos o que eles pretendem daqui se não fosse algo de bom para nós os matassem os e roubassemos tudo deles. - respondeu ourro e lofgo de seguida um terceiro falou - Merda odeio estar de vigia pelo menos o que lhes roubamos vai ficar para nós. -disse discartando qualquer chance de deixar o grupo passar independente da sua razão para ir ao mercado - Vamos homens acabemos com isto e voltemos para os bares disse outro. Em pouco tempo saíram de e trás das arvores perto de Edward 3 homens com um sorriso - Que fazem por aqui rapazes? Não sabem que está zona é perigosa existe bandidos assassinos e piratas que vos matariam e roubariam tudo que tem. Aconselhamos que voltem para casa antes que se arrepemdam - disse o do centro, um homem com ar intelectual de óculos fundo de garrafa e magro todo seu corpo coberto por uma capa vermelha, os outros dois também cobertos pelo mesmo tipo de capa mas um deles grande de corpo notoriamente musculado e nas suas costas voasse uma enorme espada quase maior que ele, não outro era magro não tanto quanto o primeiro e tinha óculos de atirador.



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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Hiroby em Sab 20 Jun 2015 - 23:52

Os olhos de Edward tinham uma expressão calma enquanto notava o surgimento daqueles bandidos por detrás de algumas árvores. Parou por alguns instantes ouvindo as palavras deles e, com uma voz calma, disse à eles. - Reconheço este fato, bons senhores, mas não sabem o quanto meu clã precisa de meu apoio diante da guerra que está ocorrendo. Eu trouxe estas preciosas esmeraldas para trocar no mercado negro de maneira à conseguir alguns excelentes mercenários para ajudar nos conflitos. Em minhas terras, existem muito mais destas, mas no momento, não tenho muito mais além das pedras que exibo em minhas mãos. Por acaso não conhecem alguém com quem eu possa efetuar negociações? 

As esmeraldas que tinha em mãos eram nada mais que as próprias criadas pela técnica de Shiroi, e que no momento estavam inativas, sendo que só seriam ativadas se o bastardo ou seu servo decidissem assim fazê-lo. O ex-psicopata as havia moldado bem anteriormente por ordens de Edward, e naquele momento, parecia bem apropriado de utilizá-las como forma de chantagem indireta. Se tudo desse certo, conseguiria três marionetes para guiá-lo até o Mercado Negro.


Se desse errado, havia duas possibilidades: a hipnose de Bonn Clyde, que provavelmente seria susceptível sob algum deles ou um combate sério.
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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Syaoran em Dom 28 Jun 2015 - 19:10


Os grupo de Bandidos olhava as pedras preciosas e sorrisos se formavam na suas faces, mas ao ouvir que aquilo era o unica coisa que tinha bufaram, se fosse só aquele o numero e não tivessem nada mais de valioso, aquilo não passava de trabalho a mais, mas pelo menos poderiam tirar proveito da satisfação de matar o grupo.

-Se é só isso acho que seria mais fácil ires a uma das vilas trocar essas pedras, não terás nenhum lucro em tentar trocar isso aqui. Se fosse um numero grande que chamasse muito a atenção isso te daria uma vantagem de tempo em relação ás vilas já que não iriam-te pedir confirmação de que eram tuas ou eram roubadas, mas como são só essas acho melhor voltares para trás. E voltares com mais. - explicou um dos 3 visíveis que falava com Edward

Em volta daquele grupo que falava o resto dos bandidos se colocavam em posição cercando o bastardo e os seus companheiros.

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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Hiroby em Dom 9 Ago 2015 - 16:07



- Os malditos não me dão outra escolha...

E com esse pensamento, o novo servo de Ares pegou as esmeraldas e entregou à Shiroi, mandando uma mensagem telepática para que este energizasse-as e lançasse contra todos eles quando terminasse de falar com aqueles homens. Tinha dúvidas sobre se aquele combate seria uma boa ideia, até mesmo pelas energias que sentia próximas dali, mas dependendo do que ocorresse, ele usaria sua cartada final. Começou a dizer então:

- Bem, então eu seguirei o meu caminho e trarei mais esmeraldas para cá. Enquanto isso, podem ficar com estas aqui! - e ao concluir suas palavras, Shiroi lançou as esmeraldas energizadas contra os três homens. Não estavam com muito poder destrutivo, mas elas criariam uma fumaça que seria útil naquela batalha e provavelmente assustaria os mais covardes que por ali estivessem próximos.

Dada a explosão, começou a correr, projetando então uma Axe-Sword de grandes proporções, qual usara para começar a desferir nove golpes sobre os três homens. Esperava que algum deles acabasse tendo contato com o lago em meio a esses ataques, o que facilitaria suas estrategias. Também esperava, com menos ênfase, que algum dos três fosse atingido brutalmente pelos golpes desferidos.

Em meio a outras mensagens telepáticas, fora ordenado que Shiroi escondesse seu Stand dentro das águas do pântano.



Edward:

S: 92 - 15 (Nine Lives) = 77
E: 98 - 15 (Nine Lives) = 83

Shiroi:

S: 55 - 2 (Emerald Splash Rank H) = 53
E: 60 - 3 (Emerald Splash Rank H) = 57

Corvo:

S: 45
E: 80



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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Syaoran em Seg 7 Set 2015 - 21:08

OFF:Desculpa nunca mais me lembrei, deverias dizer algo para relembrar



A explosão ocorreu deixandoa visão dos bandidos nula, pelo menos dos 3 que interagiram com o grupo de peregrinantes (segundo o dicionario do chrome esta palavra existe). De seguida uma rajada de ataques acontecia Edward aproximava-se com a sua arma recem- projectada e ao mesmo tempo o Stand de Shiroi era escondido na água lamacenta do pantano. Os 3 visiveis que eram vitimas daquele primeiro plano assim que a explosão aconteceu deram alguns passos atrás devido a explosão e a falta de visão sacando de seguida das suas armas, o atirador sacava dos seus enormes revolvers-revolvers uma arma estremamente feia que parecia ser 3 ou 4 revolvers juntos via-se um cano e varios tambores que rodava eles proprios e entre si de modo a passarem rapidamente pelos canos e e de cano a cano era uma mecanismo complicado de explicar mas estramamente eficaz sairam varias balas ao mesmo tempo e varias balas rapidamente e esse numero era multiplicado devivo a serem duas armas decalas duas em cada mão. Aquela chuva de chumbo ia sem duvida em direcção ao grupo pois ele atirava na direcção da area a onde eles estavam ante mesmo sem ter visão devido à nuvem levantada. Por outro lado o outro Bandido o da enorme espada apenas a sacava e colocava-se em posição de defesa pois não sabia o que poderia acontecer foi ai que os ataques sucessivos de Edward embateram em algo a enorme espada daquele Bandidos que devido aos ataques sucessivos cavava por dar ainda mais passos atrás. Por ultimo o terceiro o que tinha falado mais o de oculos fundo de garrava não sacava nada e apenas dava o passo atrás. O plano de Edward com os poderes de Shiroi poderia dar frutos pois devido a passada a trás do grupo pelo menos o Atirador e o Espadachim daqueles 3 havia mergulhado um dos seus pés na água

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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Hiroby em Seg 7 Set 2015 - 23:42

Tudo começava a sair da forma que fora planejada pelo Arques, exceto pelo fato das armas dos adversários. Com uma mensagem telepática, ordenou Shiroi para enviar seu ataque com o Hierophant Green, que logo emitiu correntes elétricas moderadamente fortes (Rank D) e que ficariam ainda mais fortalecidas a partir da água.

Ainda assim, nem tudo estava resolvido. Com aquele estranho par de pistolas, Edward precisou entrar em defensiva. Após recuar com o ataque da Nine Lives Blades, largou a arma do herói grego e concentrou energia vazia em suas mãos começando a criar vários pontos de matéria nula de forma a movimentar o ar e fazer com que as balas fossem revidadas contra os oponentes, o que seria favorável a influenciar que estes fossem mais impulsionados para trás.

O Corvo permaneceu sem efetuar qualquer ataque, afinal, não recebera nenhuma ordem no momento e parecia que suas ações ainda não eram necessárias.



Edward:

S: 77 - 10 (Vacuum Manipulation Rank E) = 67
E: 83 - 10 (Vacuum Manipulation Rank E) = 73

Shiroi:

S: 53 - 10 (Eletric Current Rank D) = 43
E: 57 - 15 (Eletric Current Rand D) = 42

Corvo:

S: 45
E: 80


OFF: Eu também demorei a dizer algo mesmo, então não te culpes, pyosu.
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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Syaoran em Ter 8 Set 2015 - 0:26




Com a corrente elétrica ambos o pistoleiro como o espadachim cairam de joelhos no chão depois de berros de dor. Edward utilizava a propriadade do poder do vacuo para tentar mudar a direcção das dezenas e balas que vinham na sua direcção as virando na maior parte de volta aos 3 Bandidos mas não tardou muito até as mesmas balas vorarem de volta para os dois rapazes, a balas paravam no ar como se embatessem numa parede invisível viravam-se ao contrario e eram lançadas de novo para eles. O de Oculos que até ao momento não tinha feito nada a não ser falar apenas olhava para os seus dois colegas no chão tentando-se levantar depois de levar com a corrente eletrica a correr por todo o corpo.
Mas não era o único problema que o Bastardo e os seus servos deveriam lidar, haviam ainda mais bandidos em torno deles ainda escondidos sem fazer nada deixando tudo aquilo acontecer.

- Desistam, entregem-nos tudo de valioso que tenham e poderemos deixar-vos ir, espero que não pensem que somos apenas nós os 3 aqui. - oferecia o de oculos que aparentemente não tinha feito nada ainda.
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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Hiroby em Qua 9 Set 2015 - 19:23

- Sei que não são só vocês três que estão aqui, mas o nosso bate-papo não abre espaço para todos aqui presentes. Façamos como numa entrevista de emprego: vamos à um local mais fechado para discutirmos nossos negócios, que tal?

As balas foram atingidas por disparos energéticos de Bonn Clyde, que deixava de sobrevoar o céu para pousar sobre o ombro de Edward Arques. O bastardo não gostaria de fazer aquilo no momento, mas parecia o melhor a ser feito.

Ele havia treinado. Ele poderia fazer aquilo. Ele era um Scarlet.

Sim, ele era um Scarlet, por mais que o sangue fosse impuro.

Seu sangue pulsava as espadas, o espírito combativo, a vontade de imperar sobre todas as armas. Seu sangue possuía o som do impacto de um machado na madeira. De duas espadas que abraçam seu destino de serem conflitantes em um combate armado. O som de uma lança perfurando algum corpo. Tudo isto era o pulsar de seu peito. A essência de Scarlet Edward.

Lembrou-se de todos os dias de treinamento, tentando encontrar o mais fundo de seu espírito, buscando a origem, a espada principal. Quantas espadas usara naquele período próximo de uma quinzena? Uma infinidade, tal qual seu sangue era um conjunto de infindáveis armas. Armas que não serviam simplesmente à Shinryuu ou à Ares... Eram armas dele próprio.

Tantos fios, cabos, formas, cores, essências.

O cheiro de chumbo e ferro se intensificavam na forja suprema.

Lembrou-se que em meio aos treinamentos, Azure Chariot começou a sofrer deformações surpreendentes, começando a deixar de existir no mundo exterior. O Stand em si era uma projeção da alma do usuário, tal qual o Unlimited Blade Works era, e quanto mais a técnica era almejada e treinada, mais o Stand perdia sua forma, até desaparecer de vez. Não que houvesse sido exterminado, mas agora o Stand era a própria Reality Marble a se formar. Edward notou que após o uso daquele universo, Azure Chariot voltava ao normal, mas enquanto estivesse dentro da UBW, aquela projeção humanoide de seu espírito deixava de existir por momentos para se tornar todas as engrenagens de um novo terreno.

Se Edward não pudesse ter seu próprio reino, usaria sua Reality Marble como tal.

Um reino de engrenagens... Metal... Fogo... Espadas.

A aria seguida por gerações devia ser recitada, tal qual Scarlet Touzou recitara... Tal qual Scarlet Newgate recitara... Tal qual Scarlet Mira recitara... Tal qual todas as linhagens recitaram desde o grande ancião Scarlet Shirou.

Precisava honrá-los após a queda do clã. Prometera a si mesmo que ressuscitaria o clã Scarlet. Aquela habilidade era mais do que uma habilidade, mas uma parte dessa promessa.

A prana explodia por entre o corpo do rapaz, enquanto a mente de Edward projetava todas as armas que já avistou em sua curta vida. Foram tantas... Como em tão pouca vida vira tanto?

Era por ser um Scarlet.

Ele se sentia um Scarlet.

Finalmente ele era um.


Aquela era a primeira vez que projetava seu vasto universo para alguém que não fosse ele em meio aos seus treinamentos.

Começava a proferir a aria.



I am the bone of my sword
Steel is my body and fire is my blood...


Um círculo de fogo começava a surgir por entre o chão, se fechando por entre o Scarlet, o trio de criminosos, Bonn Clyde e Shiroi Tsuki. As chamas bruxuleavam como numa dança, de certa forma se mostrando uma maneira de espantar todos os outros ali presentes do espetáculo que viria a ocorrer. As chamas não emitiam calor, apesar de serem bem reais pelo que podia ser visto.

...I have created over a thousand blades
Unknown to Death, Nor known to Life...


As chamas começavam a crescer de forma descontrolada, começando a formar uma enorme proteção de fogo que prendia todos dentro dali. Cegavam a todos naquele momento, exceto o bastardo que tomava controle sobre tudo, continuando seu canto.

...Have withstood pain to create many weapons
Yet, those hands will never hold anything...


As chamas se fecharam completamente e, numa explosão de luz, não haviam mais pântanos, nem outros criminosos que não fossem aqueles.

So as I pray, unlimited blade works.

Engrenagens, por entre o infinito céu, giravam, engolindo a enorme ilha abandonada.

Um vasto deserto onde infindáveis espadas estavam cravadas ao chão podia ser contemplado.

Tanto esforço passado e agora presenciava seu infinito reino. Uma promessa ao clã Scarlet.

O silêncio era a obra máxima do momento, junto do espanto.

- Podemos conversar melhor aqui, não é verdade?



Edward:

S: 77 - 10 (Vacuum Manipulation Rank E) = 67 - 20 (UBW) = 47
E: 83 - 10 (Vacuum Manipulation Rank E) = 73 - 20 (UBW) = 53

Shiroi:

S: 53 - 10 (Eletric Current Rank D) = 43
E: 57 - 15 (Eletric Current Rand D) = 42

Corvo:

S: 45
E: 80 - 10 (Heavenly Beams) = 70

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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Syaoran em Sex 11 Set 2015 - 2:55



Os Bandidos viam-se de um momento para o outro numa deserto furado por milhares de milhões de armas e o céu coberto de rodas dentadas, até mesmo que os de até então estavam escondidos na vegetação do pântano estavam à mostra entre aquela paisagem diferente mas o grupo inimigo parecia não fazer mais nada se não invocar daquele novo universo, grande parte estava espantada com aquele feito mas outros apenas suspiravam, alguns por pena de si proprio outros de aborrecimento e até de falhanço.

-Que querem? Que vais fazer aqui nesta Reality Marble? - perguntou o de oculos mais próximo do grupo de Edward enquanto os seus dois companheiros se levantavam e o resto que até então estavam escondidos se aproximavam.
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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Hiroby em Sab 12 Set 2015 - 19:50

- O que acham? Acredito que eu não trouxe ninguém para jogar xadrez.

- Na verdade, isto de certa forma é xadrez


Esse pensamento ecoou na cabeça de Edward. Aquilo havia se tornado um jogo psicológico. Começou com uma persuasão falha, foi para um combate onde tentou ameaçar algum criminoso e acabou sendo mais uma vez falho. Agora estava ali a ameaça máxima. Não tinha como foco principal afastar os criminosos, mas sim conversar com todos.

- Senhoras, senhores... Sou uma pessoa muito ocupada. Adoraria estar no mercado negro no exato momento, mas parece que fui interferido. Fui impulsivo, devo ser sincero, mas não foi por uma boa causa. Só gostaria de ter prosseguido meu caminho sem interferências. E é por coisas como essa que estamos aqui agora. Não digo que vou matar qualquer um de vocês. Não é isso que estou esperando fazer. Só quero que todos sejam meus amigos.

Se virou um momento para Shiroi estalando os dedos de forma a ordenar que este produzisse muitas esmeraldas. As mãos de Breaker Greenphant surgiram a partir do corpo plenamente encapuzado do ex-psicopata, e logo começaram a produzir centenas e mais centenas de esmeraldas explosivas inativas.

- Como podem ter visto anteriormente, estas esmeraldas tem poderes explosivos, como antes fora demonstrado no embate, mas também podem ter o caráter normal de esmeraldas. Tudo depende da ativação delas. Meu amigo tem o poder de ativá-las a partir da medida certa de energia. Eu também descobri como fazer isso e depois eu posso ensiná-los se assim quiserem, ou então vocês podem simplesmente usá-las como produto a ser vendido no mercado, não como explosivos categóricos. Eu sei que estou dando estas esmeraldas como oferta amigável a todos vocês que estão aqui. Podem pegá-las à vontade, sabendo que quem quiser a minha amizade pode receber muito mais do que isso. Espero que possam querer ser amigos meus e de meus companheiros de trabalho. Se não quiserem, bem, espero que possam pelo menos nos deixar em paz para que possamos seguir nosso trajeto até o mercado negro.



Edward:

S: 47
E: 53 - 3 (turno com UBW) = 50

Shiroi:

S: 43 - 12 (Emerald Splash Rank D) = 31
E: 42 - 13 (Emerald Splash Rank D) = 29

Corvo:

S: 45
E: 70

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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Syaoran em Dom 20 Set 2015 - 4:16


Edward continuava o seu plano de persuasão, utilizando como foco novamente as esmeraldas de Shiroi, ao verem dezenas delas serem criadas do nada alguns dos Bandidos começaram-se a aproximar com os seus olhos brilhantes poderiam ficar ricos e nunca mais precisarem de se colocar em perigo.
-Não sejam estúpidos, se apanharem aquelas coisas só vão ajuda-lo a acabar com vocês! - falou o homem de oculos, para os seus "companheiros" de vida -Ele próprio disse elas podem ser utilizadas como esmeraldas normais, mas também como explosivos, o que lhe impede de depois de vocês as terem ele detoná-las e matar-vos a todos. Para alem disso aquilo é criado de uma maneira magica ou vai acabar por desaparecer e ninguém no seu prefeito juízo vai aceitar aquelas coisas por muito bem feitas que estejam vão saber que não são esmeraldas reais ou seja valem 0 - continuou a sua explicação para os seus compinchas - Rapaz não nos tentes enganar nós pensamos que tinhas algo mas afinal apenas tem ou replicas ou falsidades até as tuas armas não valem nada a não ser a roupa que trazem no corpo tudo o resto não nos ajuda em nada. E como não tem nada para nos oferecer, não tem nada para oferecer ao Mercado, nós desperdiçamos o nosso tempo a espiar-vos desde que chegaram aqui e vocês perderam o vosso tempo a tentar chegar ao mercado negro. Não tentem desperdiçar o tempo dos maiorais do Mercado, nós ainda somos capazes de vos deixar ir, mas eles?.... Eles ao saberem que vocês não tem nada de valor apenas vos vão tornar nas suas Putas e obrigar-vos a oferecer os vossos corpos até fazerem algo que no minimo eles considerem lucro do seu tempo perdido com vocês e sem duvida depois disso vão matar-vos. - falou para Edward, enquanto todos os que se tinha aproximado para pegar naquelas joias se afastaram colocando-se atrás do homem que falava - Por isso acho que nós aqui somos os simpáticos, que estamos a dar-vos chance de ir embora ainda com vida. Aceitem a oferta antes que sejamos obrigados a fazer coisas piores. - propôs aquele homem enquanto ajeitava os seus óculos.


Parecia que Edawrd e os seus amigos não iriam a lado nenhum oferecendo riquezas aquele grupo de bandidos, ou mudaria de assunto ou aquele pequeno impasse ente os grupos iria acabar e voltar a guerra.

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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

Mensagem por Hiroby em Sab 31 Out 2015 - 20:08

Aquela velha criatura de vinte e poucos anos suspirou infeliz, vendo que a solidez daqueles homens impedia os objetivos que tinha para si próprio e para todos ali. Ficou triste ao pensar que poderiam ser úteis, pessoas importantes em seu plano de entropia e terror. Mais do que isso, ficou triste consigo mesmo, diante da incrível sensação de fracasso que lhe atingia. Havia se entregado ao Azure por completo, também tinha se subordinado à um deus poderoso ligado à guerra, mas nada havia mudado por completo a sua inadequação. Ele só havia alcançado um novo estado de alma, onde sua presença era torta e mais estranha. Havia se tornado individualista finalmente e não tinha mais amigos que pudessem condescender à sua existência caída. Ryougi Shiki, por mais morta que pudesse estar, pernoitou em seus ombros naquele momento, dizendo novamente aquilo que ele sempre devia ter marcado dentro de si mesmo. Disse que ele era um bastardo e aquilo era incurável. Ali, fazendo toda aquela peça de teatro, se pondo como mais um personagem dessa irreverente história de poucos vencedores, onde ele considerou ser um vencedor, Edward notou que era inadequado e nem como vilão ele poderia servir. Não podia servir como mais nada. Por que antes de pensar em ressuscitar a linhagem dos Scarlets, ele não pensou em exterminá-la de vez? Ares tinha razão quando disse que Edward não lhe seria mesmo tão útil. Ainda assim, ele não se deixaria ser levado pelos cães de fogo dele. Ele estava pouco se fodendo pra isso. Tinha pensado em furtar todos aqueles que estavam dentro da reality marble, mas decidiu que na verdade era o momento perfeito para ele estragar um clímax. Havia decidido que o Alphonse era um pessoa digna, que merecia fazer tudo que quisesse e dominar o mundo ou seja o que caralhos ele queria. Também levou em conta que todos os deuses que regiam o universo eram adequados e Ed não podia se sobrepor diante deles, sendo ele a própria obra máxima da inadequação. Foi então que num último ato, ou talvez no seu primeiro ato de sanidade, ele acendeu seu último cigarro.

O que seguiu adiante foi a simples entropia em sua máxima, a desordem inadequada que levou Edward a ser um homem adequado ao que verdadeiramente era. Dentro de sua alma, de seu paraíso caído, que agora cheirava à vazio, chumbo e melancolia, Edward lançou suas armas e a sua energia vazia por todas as direções possíveis, sem se importar com seus aliados e inimigos, nem com os sonhos deles e todas as suas relações. Pensou em como havia sido um servo de todas as pessoas desse mundo e em como havia subordinado outros sem qualquer razão justa, sendo simplesmente falho nos seus atos. Ele tentou transformar a natureza de Shiroi em algo bom, mas simplesmente o adestrou. Tentou ajudar Bonn Clyde, mas o que verdadeiramente fez foi escravizá-lo. Sentiu culpa naquilo, mas os outros haviam feito isso com o próprio. Foi subordinado de seus parentes, de Josuke, da Stardust Crusaders, do governo, de Ryougi Shiki, de Shinryuu, de Ares... Foi subordinado de todos, menos de si mesmo. Mas agora ele estava se livrando daquilo tudo de uma vez por todas.

Quando finalmente estava arruinado em termos de energia, stamina e seja lá as outras estatísticas que definiam aquele RPG, ainda pôde notar que Shiroi, o seu primeiro servo, havia sobrevivido. Estava muito ferido, mas ainda estava vivo. O corvo? Sabe-se lá o que havia ocorrido com ele. Talvez estivesse morto também, igual muitos que ali estavam deviam ter ficado. A Reality Marble havia se diluído à realidade, enquanto o corpo do bastardo permanecia estirado no chão, sangrando pelos golpes que mandou contra si mesmo, como espécie de auto-punição divina. Sem muita vida em voz, pediu para que o ex-psicopata se aproximasse dele. O rapaz estava assombrado diante daquilo tudo que havia ocorrido, sem compreender a razão pela qual este efetuara tamanha ação destrutiva. Andando de forma devagar e constante, sangrando tal qual seu mestre, este questionou à ele o seguinte: - Por que Edward-sama? Não consigo compreender este seu ato!

- Eu o fiz por ser anti-climático e inadequado para uma história como essa. Na verdade foi adequado para mim, mas para toda essa trama do destino, não foi. Mas isso ainda não se concluiu por completo, meu rapaz. Eu te fiz ser aquilo que não devia. Impedi a tua insanidade, o teu clamor pelo sangue, o teu ódio pelo meu existir. Eu te fiz ser o que não devia. E por isso eu ordeno que tu sejas aquilo que tanto queria ser... O assassino de Edward Arques.

- Mas eu não posso, meu mestre... Eu não devo.

Neste exato momento eu ainda sou seu mestre, mas quando eu estiver morto, serás livre para ser aquilo que quiser. Eu sei que irei morrer brevemente, mas prefiro que extermine a minha existência para que eu possa ter pago a dívida de ter feito você ser o que não queria por todo esse tempo. Você é Shiroi Tsuki e você deve me matar. Me destrua e possivelmente acabe com a linhagem dos Scarlets. Cumpra esse pedido e serás o homem mais digno possível.

Naquele momento, o jovem servo encontrou-se em um estado de completa confusão, mas acabou por compreender aquilo que Edward dizia. Uma única lágrima saiu por entre seu olho, e logo seu olhar tomou outras formas e uma nova perspectiva ali se abriu. Shiroi lembrou-se daquilo que verdadeiramente era, mesmo que ainda se sentisse um pleno servo do bastardo. Cristalizou esmeraldas por todo aquele local, pondo toda sua energia entre elas. Aquele era o momento de um gran finale para a trama do destino. Em simples palavras, o Tsuki evocou a conclusão do ato, enquanto Edward sorria um tanto quanto contente por saber que havia se libertado. E então, quando o jovem psicopata proclamou o nome do golpe e as esmeraldas todas se desintegraram, aquele homem, aquele monstro, ainda com o cigarro na boca esfumaçando, proclamou:

- Tu agora és livre tal qual eu sou.

E por fim, o inevitável.

Em algum lugar por entre todo aquele ambiente de tragédia, Bonn Clyde permanecia plenamente íntegro, sem qualquer ferimento, por mais estranho que parecesse. Pousou por entre o local do massacre e notou que não havia carcaça alguma de Edward, e também nenhuma de Shiroi. Exibiu uma expressão taciturna com aquilo, sem saber se estava triste pelas mortes, pela falta de corpos ou pelos dois, e voando por entre o além infinito céu cinzento dos pântanos, proclamou:

- E aqui permaneço enquanto voaram para o Nunca Mais...

E assim foi posto o último prego do caixão dessa trama.
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Hiroby

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Re: [Numero 2] Pântano em Ruinas

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