Floresta das Sakuras

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Floresta das Sakuras

Mensagem por Syaoran em Ter 20 Maio 2014 - 15:32


A grande e verdejante floresta de Konoha é conhecida para sua beleza e extensão é habitada por animais amistosos, normalmente, e por uma enorme diversidade de plantas e árvores, apesar do seu nome ser dado pela grande quantidade de Sakuras que cobrem grande parte da floresta principalmente perto da cidade.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Sab 31 Maio 2014 - 18:30

A noite estava calma, o céu estava limpo e deixava exibir todas as estrelas que sobre ele se abatiam. A luz da lua iluminava toda a extensa floresta, as pétalas rosas das árvores reluziam, pareciam pequenas luzes rosas. Havia uma pequena brisa que percorria tamanha flora, levando entre ela as pétalas das árvores. No centro da floresta havia uma árvore maior que as restantes, a árvore mestre. Ao pé dela estavam dois jovens, vestidos da mesma maneira, com um uniforme da ANBU de Konohagakure, seguravam na mão direita uma pequena máscara, também referente ao vestuário. Do lado esquerdo, estava uma rapariga de olhos azuis e longos cabelos pretos, do outro lado estava um rapaz, maior que ela e detinha também cabelos comprido, apesar de serem verdes e estarem amarrados. Ambos observavam aquela beleza natural.

- Já passou um ano e meio desde que nos torna-mos ANBU's. - falou a rapariga revelando-se Sheena, a sua voz estava mais firme e o seu sorriso mais belo, o seu corpo também evoluíra com a idade - Alphonse... Achas que estou mais forte?

-Só pelo facto de teres deixado o "sama" acho que sim. - respondeu no seu tom neutro, apesar de estar simplesmente a meter-se com a companheira, estava num bom dia, ou melhor, estava a aproveitar enquanto não tinha que trabalhar - Fizemos muito durante este tempo. Somos ANBU ao serviços de Tobirama, efectuamos imensas missões, além do mais também evoluímos a nível de poder. Devo dizer que tu e o Kyle surpreenderam-me muito.

- O-obrigada! - agradeceu sinceramente esboçando um sorriso dócil fazendo Alphonse retribuir-lhe o sorriso. Fez-se silêncio, a jovem relembrava-se de alguns momentos do passado, inconscientemente olhou para o cordão que trazia consigo, tocou-lhe de uma maneira suave - Nunca pensei que voltaria para Konoha por tanto tempo.

- Estás com saudades dele? - perguntou fazendo a rapariga corar, obviamente ela não mudava no que tocava aos seus sentimentos - Não te preocupes, voltarão a encontrar-se. Além do mais, segundo o Satoshi-kun, ele parece ter partido com o seu companheiro.

- Eu sei... a vida dele mudou muito. - relembrou-se do último momento que passou ao seu lado, quando Judal lhe contara a verdade sobre tudo...sobre o seu país...sobre o seu reinado - Eu confio no Alibaba-kun, sei que ele está bem.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Tsunayoshi em Dom 1 Jun 2014 - 4:28

O som das pétalas, erva e pequenos galhos a serem pisados era reproduzido. Duas pessoas caminhavam por entre as sakuras, características daquela zona, trilhando caminho até ao seu destino. O rosa era predominante naquela paisagem, mas os dois indivíduos fardados com o típico traje daqueles que ocupam o cargo de ANBU destacavam-se, e apesar de que possuíam as máscaras a cobrir o seu rosto, os cabelos loiros e e brancos sobressaiam. O silêncio quebrou-se- Uma noite agradável, hm? - falou o Archer, criando uma conversa casual - Sim, o céu está descoberto. - adiantou antes de levantar a cabeça para observar melhor o 'teto' do mundo. Era, como aquele espaço, uma imagem bonita para os olhos - Aposto que consegue-se ver algumas constelações se procurarmos. - comentou o mago. Ao mesmo tempo que andavam, o jovem observa o manto azul que nesta noite irradiava imensas luzes, na tentativa de encontrar algum conjunto reconhecido de estrelas enquanto não chegavam ao seu destino. Kyle tentava encontrar uma constelação rapidamente para puder exibir-se ao seu servant e depois de alguma busca finalmente deparou-se com uma - Ha! Ali está Pegasus! - exclamou contente e entusiasmado, apesar de não ser visível, tinha um sorriso rasgado na sua face. No entanto, Prometheus soltou uma gargalhada e apontou para cima - Fico feliz, é que já tinha encontrado Andromeda já à muito. - disse o titã entre risos causando humilhação ao mago - Não te preocupes, ao contrário das tuas habilidades em encontrar constelações, como mago evoluíste bastante. - assegurou, dando uma palavra de confiança ao jovem.
Já era visível outras duas pessoas ali presentes, como esperado. Aproximaram-se mais, até estarem já junto dos seus companheiros - Yo 'Enigma-kun'! E olá Sheena. - saudou o Archer em tom de brincadeira para Alphonse, usando a alcunha que o ilusionista tinha vindo a ganhar ultimamente. Kyle, sem a exuberância e humor do seu servant, saudou os dois numa voz normal - Oi Alphonse, oi Sheena. -
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Dom 1 Jun 2014 - 19:20

- Vejam só se não é o Relâmpago Dourado. - respondeu Alphonse não muito surpreendido com a aparição de Archer, acabavam sempre por se encontrar onde quer que fosse. Virou um pouco o rosto e sorriu para Kyle, acenando-lhe em forma de cumprimento. Voltou a olhar para o céu, observando a lua cheia, acabou por suspirar, algo se passava com o ilusionista - Isto é mesmo um incómodo. Este ano e meio passou tão rápido, estivemos longe de tudo... mas mesmo assim não foi um tempo de paz. Sinto sempre aquele peso, a preparação para a guerra...

Sheena olhava de uma maneira curiosa para o seu parceiro, de certo modo sentia-se triste, sabia que o rapaz não estava a passar bons momentos. Contudo, não sabia como ajudar-lhe, a mente dele estava confusa, afinal não era à toa que lhe chamavam de "Enigma". Olhou para Kyle e sorriu, rapidamente pegou-lhe na mão e começou a puxar-lhe, distanciando-se de Archer e Alphonse.

- Kyle! Era mesmo contigo que eu precisava falar! - falou alegremente enquanto o puxava. Tentava deixar os dois rapazes a sós, sabia que o ilusionista precisava ter uma conversa com o Servant. Tentou inventar algo - S-sabes... eu comecei a interessar-me por Black Magic, gostava de saber alguns pormenores!
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Tsunayoshi em Seg 2 Jun 2014 - 1:02

- Erm.. Sim, se-sem problema... - respondeu o jovem ao súbito pedido da sua colega. Estava um pouco surpreendido, certamente haveria algo por de trás disso.

Archer observou os dois mais novos a caminharem um pouco para longe dos seus 'superiores', apercebendo-se que o ilusionista quereria uma palavra consigo. Tanto pelo discurso, como pelo aspecto, parecia rodeado de incerteza, ou até mesmo de alguma pressão devido aos supostos acontecimentos, apesar de não acreditar muito nessa última hipótese. Retirou a sua máscara, da qual ainda tinha colocada, e prendeu-a no seu cinto e sentou-se. Retirou um cantil pequeno de uma das suas bolsas - Que se passa Alphonse? Não é hábito teu estares desse modo. - afirmou, levando de imediato o cantil à boca e bebendo um pouco de água - Estou certo que é algo importante, desabafa. - disse olhando para o jovem de cabelos verdes, incentivando o seu colega a conversar sobre o que lhe ia passando pela mente.

Um pouco distantes deles os dois, estavam Sheena e Kyle. O master retirara a sua máscara, assim como a protecção dos braços e armadura do peito, ficando um pouco mais livre e à vontade. Pousou a sua lança e esticou os seus braços, esbracejando-se, sacudindo alguma moleza e fitou o céu onde estava a constelação de Andrómeda - Então estás interessada em black magic han? - parou de espreguiçar-se e colocou as mãos na anca e olhou para a jovem - Gostava de ouvir de onde veio esse teu interesse Sheena-kun. - perguntou o jovem, brincando um pouco com ela. Apesar de ainda não ser tão perspicaz, desconfiava que ela puxara-o apenas para os outros dois ficarem mais a sós, então impôs uma questão que talvez a atrapalharia um pouco, acrescentando o '-kun' para o efeito da brincadeira.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Seg 2 Jun 2014 - 21:50

- Tens razão, como sempre "Satoshi". - o seu olhar estava triste, notava-se perfeitamente pelo seu brilho. Alphonse não estabelecia contacto visual, continuava a observar a lua e a contemplar a sua beleza - Sabes, eu não compreendo a razão que me levou a criar uma equipa contigo. As tuas noção de justiça são as mais fieis a este mundo, és aquele que luta em prol do povo. És um homem honorável, digno de ser chamado herói. -fez uma pequena pausa, logo deixou de observar os céus, passou a fitar os olhos do Servant - És muito diferente de mim. Eu tive foi a coincidência dos meus objectivos coincidirem com o "certo" deste mundo. Eu comecei esta "guerra" por motivos pessoais. - abaixou os olhos, lutava interiormente para não deixar a dor sair. Sabia que a guerra santa aproximava-se e teria de servir aquele que continha as trevas em si. Suspirou e voltou a encarar Archer - É estranho pedir isto a alguém que nem sei o verdadeiro nome. Quando o momento chegar, quero que sejas tu a tirar a minha vida. - a brisa passou por entre os dois e a lua iluminou o centro dos dois rapazes, o olhar do ilusionista estava mais que determinado.

Afastados do grupo, Kyle e Sheena conversavam.

- Sim Kyle, és muito esperto! - respondeu um pouco amuada percebendo que o Mago entendera o seu esquema. Olhou para Archer e Alphonse ao longe, a sua expressão mudou rapidamente, parecia triste - Foi uma sorte termos conhecido vocês os dois. Finalmente o Alphonse conheceu alguém a quem possa chamar de amigo.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Tsunayoshi em Seg 2 Jun 2014 - 22:41

- Um herói defende os seus, é isso que o motiva e o faz suar e sacrificar-se por. - disse, desviando o olhar para o seu céu, observando as estrelas - No entanto, tal como as estrelas, há muitas maneiras de definir o que é um herói. Mas há algo que comum a todos. e pôs os seus olhos sobre o jovem ao seu lado - Todos mostram coragem para o bem maior. Seres movido pelos teus interesses pessoais não faz de ti uma má ou boa pessoa, maior parte das pessoas são assim. Eu estou aqui hoje, porque o Kyle é assim. - fez um pequena pausa e passou os olhos pelo seu master, voltando-os novamente para o ilusionista - Mais importante do que praticar bem, é não fazer o mal. Não preciso de que as pessoas sejam heróis para serem do meu agrado. - abriu um sorriso - Simpatizo-me contigo Alphonse, és um ser humano interessante e repleto de potencial, talvez esse potencial seja o que te atormenta. - aproximou-se do rapaz de agora cabelos longos verdes e colocou-lhe a mão no ombro - Isso é algo que espero que não tenha que ocorrer, no entanto, se assim for requerido eu não deixarei que o teu desejo não seja realizado. - declarou, referindo-se ao pedido que o Sasagawa fizera ao servant. Archer tentando fazer com que ambos ficassem mais descontraídos soltou uma curiosidade - Descreveste-me como se eu tratasse de um grande herói, porém eu muitas vezes desrespeitei os meus superiores! Ahaha! - disse começando-se a rir.

O mago olhou para os dois mais velhos, enquanto Sheena falava - Achas que o Alphonse sente-se à vontade com o Archer? perguntou ao mesmo tempo que reflectia sobre esse assunto. Apesar de Sheena estar sempre perto de Alphonse, este pouco parecia se abrir a esta, aliás a ela como a toda gente. Interrogava-se em curiosidade.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Seg 2 Jun 2014 - 22:56

- É essa personalidade, esse teu espírito que me fazem crer que és um herói. És aquele a quem depositaria a paz deste mundo, aquele mantém o equilíbrio. - comentou com um sorriso às palavras sábia de Prometheus - E tens razão, parte do meu poder atormenta-me. Saber que o poder das minhas técnicas só é eficiente quando alimentada por energia negativo, ódio, vingança. O maior problema é que eu posso acabar por fazer o mal, para alcançar os meus objectivo. - olhou para o chão e suspirou - É isso que eu temo nos humanos. As pessoas temem-me por crer que sou superior a eles, mas não... eles ainda não entenderam o que temem. O que os faz temer é o facto de eu ser o mais humano no meio de todos. O pensamento humano, a irracionalidade, o extremo potencial dos sentimentos, eu sou a personificação disto tudo. Sou um ser imperfeito. - por fim, sorriu com a últimas palavras de Archer, sentiu como se fossem um sinal, uma coincidência que podia ajudar Alphonse a decidir - É... talvez mesmo o melhor seja desrespeitar os seus superiores, há momentos em que tem que ser.

- Sim acredito Kyle. - respondeu com um sorriso - Neste momento o Satoshi-kun está a ver um lado de Alphonse que nunca nenhum de nós viu.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Tsunayoshi em Ter 3 Jun 2014 - 4:42

- Sim, por vezes é mesmo necessário. - disse na sequência do diálogo com Alphonse, parece que aquela frase tinha tocado no 'Enigma'. O servant sorriu e, de pé, cerrou a mão e levantou o polegar apontando-o para si - De qualquer modo, nunca te esqueças que não estás sozinho e que não é necessário realizares as coisas só por ti próprio. - finalizou, oferecendo a sua disponibilidade.

- Talvez seja aquele carisma de herói... - pensou em voz alta. De alguma forma, o seu servant tem uma certa presença reconfortante, seria isso algo característico de si ou algo característico de um herói?
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Ter 3 Jun 2014 - 22:28

- Por alguma razão te confiei esta tarefa. Confio em ti. - acabou por declarar deixando evidente a sua visão sobre aquela equipa. A sua intenção foi atraída por uma enorme nave que se aproximava de Konohagakure, esta pousou o suficiente para pousar no porto da vila - Konoha é alvo de muitos visitantes, mas nem todos tem um veículo tão extravagante como aquele.

- Alphonse! Se não me engano as energias vindas do porto pertencem ao Josuke-san e aos seus companheiros! - gritou Sheena de longe percebendo a curiosidade do colega. De seguida olhou para Kyle, fazendo-lhe sinal para se começarem a aproximar dos dois "superiores". Sorriu - Sendo herói ou não isso não interessa. Afinal, cada um de nós tem o seu herói dentro de si. - começou a caminhar em direcção de Archer e de Alphonse, parando a meio trajecto, precisava concluir o seu discurso - Além do mais, ter-te como aluno foi uma grande ajuda para o Alphonse!
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Tsunayoshi em Ter 3 Jun 2014 - 23:04

- Oh? Não se vê disto todos os dias. - disse Archer ao observar aquela megalómana nave aérea. Assim que Sheena dissera que sentia a energia de Josuke, a imagem do rapaz que conhecera em Fuyuki veio-lhe à mente - Bem, tenho um palpite para onde foi investido a recompensa que tivemos direito há um ano e meio atrás por parte deles. - disse com um sorriso.

Kyle rapidamente equipava a sua armadura e protecções braçais, e seguiu a jovem para perto dos outros dois. As palavras da companheira reconfortaram-lhe de certo modo. Sorriu de volta - Obrigado, és bastante simpática. - agradeceu e retribuindo um elogio. Olhou para o servant e ilusionista, esperando que algum deles dissesse o que fazer.

- Bem, eu não sou muito próximo dele ou deles para ir de propósito à vila lhes dar uma receção de boas vindas. - declarou o grego, coçando a parte de trás da sua cabeça - No entanto, que queres fazer Alphonse? - perguntou, deixando a cargo do jovem a decisão do que o grupo faria. Falar com os restantes conhecidos poderia ser benéfico para saber se tinham colectado mais alguma informação, embora as coisas estivessem calmas recentemente.


Última edição por Tsunayoshi em Ter 3 Jun 2014 - 23:52, editado 1 vez(es)
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Ter 3 Jun 2014 - 23:10

- Porque é que não me admira que seja ele. - respondeu com um suspiro referindo a Josuke como ele. Algo grande que expelisse a sua grandeza era mesmo algo que ia bem com a cara do Minami. Olhou para Sheena e Kyle que se aproximava, depois para Archer - Bem, não temos nenhuma missão por enquanto. Estes tempos foram bem árduos, não vejo mal em descansar um pouco. - o corpo do ilusionista começou a ser coberto por uma densa camada de névoa, minutos depois o seu físico tinha mudado. Agora detinha olhos castanhos e cabelos azuis e curtos, uma cicatriz que à volta do seu olho direito, portava uma longa capa negra - Podemos ir só ver como eles estão crescidos. - respondeu com um sorriso.

- Eles podem ter novidade sobre o Alibaba-kun! - respondeu com um sorriso e de forma entusiasmada.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Tsunayoshi em Ter 3 Jun 2014 - 23:35

- Vamos lá então. - disse Prometheus, mudando para as suas roupas casuais, dado que as roupas ANBUs destacavam-se e não gostava disso. Passou a mão pelos seus cabelos, começando a caminhar rumo à vila, seguido por Kyle - Vocês devem mudar essa roupa quando chegarmos à vila. - falou para o mago e Sheena.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mysterion em Sex 27 Jun 2014 - 15:54

Sono. Tinha sono, e cansaço, e preguiça. E, no momento de descanso, sentia-se inundar por aquela familiar melancolia monótona, o tipo que uma floresta de Sakuras tem facilidade em evocar. Para ela, a luz do sol não vinha dos céus, mas da própria floresta, como se ela fosse uma célula vigente e viva, o vento soprando como sua calma respiração. Fechou os olhos, isolou-se daquele lugar de forma a permitir que lhe preenchesse por dentro.

Sanae Onee-san?

Era ela.



Spoiler:

Bom dia, Maria Onee-chan.

Maria portava um sorriso etéreo através de sua forma, um que parecia filtrar a luz do sol e a exibir diante de Sanae, a luz cobrindo os cantos de seu rosto e tornando o sorriso mais amplo. Trajava-se sempre de forma simples, o velho vestido rosa e preto com botões. A coroa.

E a Bag of Tricks. A original, da original Bruxa do Halloween, que passou o título para a rapariga Dreyar.

O que trouxeste hoje para comermos, Onee-chan? - perguntou Sanae com um sorriso gentil, enquanto a Bruxa mais nova sentava-se na grama com um sorriso e delicadeza, abrindo os olhos como uma pequena criança que era.

Não trouxe doces desta vez, Sanae-chan.

Não? – Sanae não escondeu sua expressão perplexa. Inclinou a cabeça como uma adolescente para o lado, dando de ombros. - Há Halloween sem doces?

Hoje haverá Tricks, e não Treats, Sanae-chan.

O comentário pareceu ser quase exterior a atmosfera da floresta, tão afiado que poderia rasgar o ar até o sangrar. Maria, apesar de tudo, mantinha o sorriso, e pousou a Bag of Tricks entre as duas raparigas. Bateu palmas, como quem diz Itadakimasu e dá origem a uma cerimônia.

Okay. Vamos lá, uhuuu ~~ – disse com seu próprio tique verbal.

O gesto da Bruxa convidava Sanae a tirar o que estava dentro da cesta, ver o que ela havia lhe trago. Concordou com um meneio de cabeça e começou a retirar, item por item que encontrava. Novelos de lã, algodão, linha, fio, e uma cópia exata e delicada da roupa que a infante trajava. Começou a acariciar o objeto fantasmagórico, e ele pareceu responder, pulsando de emoções, ressoando com os sentidos da jovem.

O que faremos, Maria-chan?

Vamos tricotar um novo vestido de bruxa para mim, uuu ~~

Ah... Sim.

Sanae queimou o último.

Não sei tricotar, Maria-chan.

Ensino-lhe, uuu ~~ – assegurou a Bruxa do Halloween, começando a pegar nas agulhas. - Lembras como era o original?

Não, Maria-chan. – Sanae logo seguia os movimentos da bruxa, que já mexia na roupa pronta e juntava o algodão para decidir o plano das cores. Lentamente a Dreyar começava a ter acesso às ideias, também tirando os fios da roupa e os reservando ao seu lado. Apenas imitava os movimentos de Maria, que parecia agradada. Sua mão pesava com as agulhas, parecia fazer um esforço físico maior do que aparentava. Quanto mais o fazia, menos certa estava de que aprendia, mais certa que apenas imitava.

Tudo bem. Eu me lembro, uuu ~~

E, no momento seguinte, Maria segurou com firmeza a agulha e a encostou em sua cabeça. Alguns segundos depois, o choque percorreu o corpo da Mahou Shoujo ao testemunhar um pequeno fio azul e etéreo saindo do cabelo marrom e claro da aliada. O fio, que começou a integrar ao tecido negro. E logo este tecido pareceu líquido ao se espalhar pela roupa, engolindo-o como uma massa negra de petróleo, eliminando cada vestígio de vermelho e rosa onde não deveriam estar.

Lembraste agora?

.... Sim...

Consegues tricotar as memórias que tens dele?

Sanae estava demasiado estupefacta pelo método para se questionar, e antes que visse sua mão já movia a agulha para sua cabeça. Um momento de entorpecimento, de tontura, e, quando sua mão afastava como se controlada pro um ventrículo, lá estava o fio azul de lembranças. Materializá-lo levou vários instantes, ainda mais mantê-lo estável, visto que sua mente parecia um vácuo. Uma invasão repentina de pensamentos nervosos a fez fechar os olhos de horror, conforme sua obsessão crescia. Após um tempo, havia parado, e ela havia esquecido o vestido, mas este repousava agora em seus braços, as cores rosas começando a encolher cada vez mais diante do negro, até formar o babado rosa tradicional.

Uuuuuuu ~~ – disse Maria, a aplaudir de felicidade. - Muito bem, Sanae-chan?

Ainda falta o vermelho. Ele está à deriva. – disse a Dreyar, notando que tanto o rosa quanto o negro se rearranjavam, exceto o vermelho. - Espere. Há muito pouco vermelho. Havia... – não conseguia se lembrar.

Uma faixa escarlate, uu. Eu me lembro, uuu. – comentou a Bruxa, que logo gesticulou para Sanae lhe entregar a mão. - Vives muito no passado, Sanae-chan. Esta é a origem dos seus poderes, e também é sua maldição. Este vestido não pode ser apenas memórias. Sonhos, ambições, eles têm de se manifestar em cada centímetro.

Podemos fazer mais vermelho com elas? – questionou, estendendo a mão como requerido.

Maria, com cuidado, espetou o dedo dela com a agulha, trazendo gotas de sangue.

Este sangue serão as emoções que darão origem ao vermelho. Sanae-chan, eu tenho que fazer a parte física do processo, então a espiritual será tua responsabilidade, uuuu.

Sim.

E imaginou. Imaginou o Halloween, e os doces que Maria lhe trazia sempre, e das brincadeiras, e das noites, e das fantasias, e dos cosplays, e dos sonhos, e da lua cheia, e…

E dos pesadelos.



Spoiler:

Os dentes de Maria simulavam os bordados das mangas. O vício em seus olhos logo cruzava com violência o tecido negro, ganhando forma. A compostura de sua risada maníaca fazia laços e mais laços de perfeito equilíbrio. Toda aquela mão fria de sombras que alcançava seu coração lhe esmigalhava e o transformava em nada mais do que uma ínfima jóia, presa no pescoço como um ornamento e cercada de sutil ouro.

... O que segurava? Sanae lançou um olhar penetrante para as linhas que envolviam suas mãos, canibais na forma que avançavam e gostavam de dilacerar a pele, de se alimentar a partir da mão sangrenta da jovem Dreyar. A intenção crescia cada vez mais, e logo ela estava a fechar os olhos rispidamente, isolando aquele realidade da sua, e suando. Respirava com mortal dificuldade, sentia a coluna a ferver em brasas ferreiras. Teias de aranha, teias de aranha que cresciam e faziam pelos mosaicos, em todos os arredores, no vestido, em seu corpo, em Maria.

Quando abriu os olhos, apenas via o vestido pronto. Em choque, manteve as mãos estendidas, enquanto Maria se vestia.

Espere, Maria-chan. – a Escuridão deixava de enevoar seus olhos. - O cajado.

O meu cajado... Sim. Minha ferramenta. Podes me devolver?

... Sim. Ela podia. Tocou o símbolo de águia dourada que repartia com a Bruxa, e fez sua silhueta flutuar no ar como uma runa. O mesmo sentimento do ouro que ornamentava a jóia começou a tomar forma. Com cuidado, e um cuidado que não sabia que tinha, seguiu com linha e agulha, desenhando o rabisco no ar. Uma vez que a linha flutuava diante de seus olhos, foi inundada pelo mais material ouro, e flutuou para a mão de Maria.

... Estava pronto.

Spoiler:

E estava pronto de tudo. Havia esperança, havia amor, havia trevas, havia violência. Havia de tudo naquele vestido, que agora pulsava como uma coração negro no meio da floresta, ressoando com o sensor de Sanae.

Como está?

... Como o original, Maria-chan. Nostálgico. – e um gosto amargo lhe veio a boca. - Como o Halloween.

E, como a noite de Halloween, Maria e tudo que trouxe desapareciam, mais uma vez etéreos diante de Sanae.

Obrigada, Sanae-chan.

...

Spoiler:

Uma Mahou Shoujo necessita de um vestido, Sanae-chan. O próximo será teu, uuuu ~~

Palavras confiantes soltas ao vazio.

...

Suas mãos doíam do processo. Foi ela que tricotou, sozinha, o vestido? Não compreendia. Não compreendia a agulha que repousava em sua mão e logo desaparecera entre borboletas douradas.

...

Trick or Treat? Ela sentiu saudade dos doces.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mysterion em Sab 28 Jun 2014 - 21:44

Baby, hora de acordar.

Adormecera? Seus olhos pareciam vidrados enquanto as pétalas caiam. A escuridão já não incomodava sua pele, mas escalava para seus pensamentos, aranha venenosa a escalar a coluna. Colocara-se contra a árvore para se erguer, Hyde apenas a observava... Com ar interrogativo.

Quantas vezes já não mentimos?

Ainda não o bastante para me incomodar. Como está a vila? O ar dela estava a me matar.

A ti e a todos os outros. Fumaça por toda parte. Ajudei alguns shinobis a chegar no hospital enquanto tu descansavas.

Notícias daqueles espectros infernais?

Acho que ele foi para o local de origem, honey. Seja como for, estás melhor? Sua mentira surtou efeito, acho.

Estou. Vamos, temos de fazer algo.

... Sanae, por quanto tempo vais ficar a mentir para mim?

Quanto tempo nos resta? - foi a única coisa pronunciada dali para frente, em que ambos se retiravam da floresta.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Syaoran em Dom 29 Jun 2014 - 17:57

Como tinha visto ao longe tinha uma verdejante floresta perto de Konoha, não se iria aventurar muito dentro dela, mas também não iria ficar perto de civilização para ser interrompido por pessoas ou ninjas que faziam rondas em busca de espectros.

- Deveria a ter procurado eu mesmo, a Vee não a vai conseguir trazer sozinho. começava-se a culpar enquanto caminhava pelo chão relvado em busca de um local para assentar.

Os rumores eram verdade a beleza daquela floresta não podia-se comprar ás de Fuyuki e Masaro que eram muito menos vivas, agora sobre a chuva de petalas rosas, tocou com a sua mão direita e nua no tronco de uma das Sakuras enquanto que com a outra retirava a sua espada da cintura, ainda fechada dentro da bainha.

- Este local deve ser tão bom quanto outro e não é assim muito longe, comentou enquanto se sentava pousando a espada à sua frente e começava a olhar para a mão esquerda que estava tapada por uma espécie de luva sem dedos a onde tinha o circulo alquímico – Quanto mais tempo passa menos paciência tenho, mais agressivo e cheio de raiva fico… Tem de haver alguma maneira de os fazer desaparecer ou pelo menos calarem-se sem ter de amaldiçoar outra pessoa. reflectia em tom de sussurro enquanto começava a fechar os olhos Mais uma tentativa para me livrar deles – continuou os seus sussurro.

Não era a primeira vez que tentava entrar nas profundesas da sua mente na tentativa de expulsar os invasores que se tinham apoderado e começavam a roubar a sua sanidade, sempre que entrava lá lembrava-se o quão vazio era.
Matrializava-se naquele espaço vazio e escuro à sua frente via como um aglomerado de carne de onde saiam caras disformadas que gritavam e desespero e continuamente, quando uma parecia que perdia o folgo e parava de gritar outras centenas continuavam o grito, não havia um momento de silencio.

- Quantas vezes já tentei vos expulsar de mim desde aquele dia?perguntava apenas recebendo gritos agudos como resposta

Parecia inutil tentar falar com aquele monstro ou monstros que tinha dentro de si, com tantas vezes que já tinha tentando fazer aquilo já tinha percebido o que tinha ali, aqueles gritos, ás vezes sem sentido, outras vezes apenas pedidos de ajuda desesperados e em outras vezes apenas desejos de vingança lhe tinham à muito dado a resposta sobre a origem daquela “Coisa”.

- Eu expulsei vos do país a onde nasci e cresci irei-vos expulsar de dentro de mim! gritava de volta perdendo ainda mais a calma enquanto sacava da sua espada, que naquele mundo ainda estava à cintura.

Correu em direcção aquela montanha de caras descendo a lamina da sua espada flamejante sobre eles abrindo um enorme corte em chamas, mas apesar de ser um corte profundo ele não parou sabia o que vinha a seguir e continuo a sucessão de cortes até perder todo o folgo e afastar-se para encher os pulmões de novo de ar. Deixava aquela “Coisa” cheia de cortes e em chamas, caras dívidas que continuavam a gritar sem parar e como se nada se passa-se e mesmo em chamas os cortes fechavam, voltando à forma original como se nada se tivesse passado.

- Saiam daqui! Desapareçam! Morram! Calem-se! gritava ordenando a aniquilação daquele Monstro que o assombrava, voltou a expulsar todo o ar dos seus pulmões gritando e acabando por receber gritos de resposta.

Não sabia o que fazer, não sabia como controlar aquelas armas não sabia de nada, caiu de joelhos no chão negro daquele local escuro e levou as mãos à cabeça, parecia algo que ele não podia fazer desaparecer por muito que tentasse.

- Porquê?! Porquê?! Porque não desaparecem?! gritava batendo os punhos no chão com raiva Eu sei que vos fiz isto! Mas podiam desaparecer! Vocês estão mortos! Não era isto que eu queria! Vão se embora! Vão se embora! Vão se… embora… - continuava aos gritos acabando por começar a chorar ainda encolhido no chão - Desapareçam… Desapareçam…pedia num tom mais baixo desanimado e em desespero

Aquelas inúmeras almas continuavam os seus lamurios não se importante nem um pouco com o rapaz que estava caído na sua frente.

- Quantas vezes segui este caminho e acabei desta maneira? Dezenas? Centenas? disse a mesma voz que o rapaz mas num tom muito mais confiante Deve ser da mudança, se fosse á um ano atrás nem tentaria sacar a minha espada para atacar estas pobres almas encarceradas. continuava a falar aquela voz que não vinha do corpo que estava encolhido no chão.

Ao lado do rapaz enchido de desespero uma enorme chama surgiu que moldou se transformando num corpo humano a forma transformada de Alibaba. O rapaz que estava no chão olhava para “si” que tinha aparecido do nada.

- Criaste-me e deste-me uma parte de ti, somos a mesma pessoa mas de fases diferentes. Falava o Alquimista em chamas Talvez te tenhas esquecido do que tentavas fazer antes. Nenhuma Alma é insignificante dependente do estado que estejas . continuava a discursar enquanto começava a caminhar na direcção do amontoado de armas Vocês… Vocês os dois são aqueles soldados que encontraram o corpo do soldado que matamos no Palácio enquanto preparávamos tudo para o ataque. - falava olhando para duas das caras daquele monstro que continuavam a gritar soldando a sua magoa Não sabemos como nos livrar de vocês mas podemos conseguir diminuir a vossa dor assim como a nossa. falava o rapaz em chamas erguendo o braço e o enfiando naquele aglomerado de almas

O Alibaba que estava no chão de joelhando a si mesmo falando para aquele monstro começava a sentir dor por todo o seu corpo voltando-se a encolher e a gemer, mas com a dor vinha também visões.

- Mulher…. Filhos, que ainda devem estar à espera que eles voltem em segurança. dizia no meio dos gemidos o Loiro que estava caído – Eles eram irmãos…que foram arrancados da sua família para combater numa guerra que não era deles. E eu… eu dei-lhes algo pior que morte… prendi-os dentro de mim. murmurava o rapaz no chão, ainda em grande dor.

- Sim, eu vi isso também. Nós lutamos pela nossa causa, e eles foram obrigados a lutar pela deles. De certeza que muitas destas almas aqui têm o mesmo que estas duas. Outras estão apenas possuídas pela raiva de lhes termos feito acabar assim. dizia o Saluja Flamejante enquanto retirava o seu braço de dentro daquelas armas Muitas coisas podem não ser resolvidas com palavras e batalhas sangrentas têm de se acontecer. Mas outras coisas são mais facilmente compreendidas a partir de conversa. Algo que talvez te tenhas esquecido neste tempo. Para este problema, não te posso dar mais ajuda porque não sei. Mas se isto resultar tens muito trabalho pela frente. Tens milhares de almas com quem precisas fazer as pazes para ter o seu merecido descanso. - terminou olhando para si mesmo que se tentava levantar, o corpo do Saluja Flamejante começava a desaparecer depois das suas últimas palavras deixando outra vez o rapaz a sós com aquele Monstro.

Apesar de agora conhecer um pouco melhor a situação em que estava metido não sabia se iria ser capaz de acalmar todas aquelas almas penadas. E mesmo depois de ver algumas das memorias daqueles dois soldados as suas armas ainda gritavam naquele monstro.

Selou a sua espada de volta na bainha e aproximou-se das almas pousando a sua mão na superfície daquele ser, tentando imitar o que ele próprio tinha feito antes, voltou a rever aquelas memórias daqueles dois soldados e tentou começou a falar com eles




Não aguento mais…dizia para si vendo-se de volta na floresta, tinha o corpo suado e sentia-se ainda mais cansado, a zona a onde a sua espada estivera pousada todo aquele tempo estava um pouco chamuscada - Ainda os ouço, mas pelo menos dois deles estão mais calmos.desabafava, os gritos na sua cabeça continuavam irritantes, mas sentia que as almas daqueles dois saldados que ainda estavam dentro de si estavam mais calmas.

Encostou-se para trás olhando para o céu tendo a vista tapada pelas copas das árvores, suspirou com alivio tinha arranjado maneira de diminuir os múrmuros, mas com a quantidade de almas que tinha dentro de si demoraria ainda bastante até puder ter silencio.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Seg 30 Jun 2014 - 2:23



O sol começava a abandonar aquela vila, cumpria o seu trajecto, cumpria a sua ordem. O céu começava a escurecer, já eram visíveis algumas estrelas, pequenos pontos cintilantes que se sobrepunham ao mundo. A brisa fria da noite começava a percorrer os recantos da floresta, a cada árvore que passava, novas pétalas juntavam-se ao percursos. As pétalas rosas percorriam um traço já destinado. Todas elas aproximavam-se e miravam o mesmo alvo. A brisa rodeava também em seu torno. Alta, longos cabelos negros, olhos azuis como céu devido ao seu vazio, corpo delicado e movimentos suaves. Todos os fenómenos naturais ocorriam em torno da jovem que apertava as suas mãos contra o peito, parecia sofrer. Sofrer. Sofria por não compreender as leis que geravam as suas emoções. O seu coração explodiam com uma imensidão de sentimentos nunca antes tida. Cada segundo, não...segundo não, a cada milésima os seus sentimentos aumentavam cada vez mais. O que é isto?

O que é isto?!

Os sentimentos não param de crescer, não percebo o que se passa. Parece que passei do exterior para o interior, sinto o fluir das coisas, sinto a imensidão. Não compreendo, olho para mim e sinto os sentimentos a transformar-se. O que aconteceria... sim, o que aconteceria se pudesse-mos transformar os nossos sentimentos em energia? Não sentimentos vagos. Falo em algo extremista. Os dois sentimentos mais fortes... é simples não? O poder do Amor, felicidade eterna e bem estar, a energia que nos permite sorrir e apoiar todos os que amamos. O outro seria o ódio, o poder que corrompe todo aquele que tem alma, todo aquele que pensa, o poder para destruir, o poder para dizimar tudo e todos. Pois é, podemos dizer que o ódio e o amor são como irmãos. Irmãos preciosos para isto. Energia...

É um conceito interessante não é? Criar energia partir destes sentimentos? Seria como uma nova deusa que dominaria toda a existência... TODO O CICLO. SERIA A CRIADORA! CRIARIA NOVOS CICLOS.

Está na altura.

Na altura de materializar o meu conceito.

Explodir. Libertar todos os sentimentos.

...

Sinto a energia, sinto que posso dominar o que me rodeia. É a Hora. A cada movimento que faço vejo a energia cobrir o local. Já não bailo na floresta das pétalas rosas, bailo num mundo totalmente criado pela minha mente. Não compreendo nada do que é criado, mas sei que é a materialização dos meus pensamentos. Que confuso. Nada é realista, nada é coerente, mas é tudo tão certo. Isto prova o quão irracional é a minha mente. É uma explosão de sensação. Balanço os braços e sinto esta energia tão confusa. É tão estranho não saber que tipo de poder estou a usar.

É irracional.

Tal como a minha mente.

Tal como tem de ser a mente de um ilusionista. Que mais poderia esperar.

A energia volta. Está toda a volta. Todas as paisagens, todo o meu mundo desfaz-se em várias borboletas negras. Aproximam-se de mim. TODAS. Bailam em torno de mim, parece que sou quem rege as ordens. Mas é verdade.. com este poder o conceito torna-se real. Sinto as borboletas a fundirem-se comigo novamente, os sentimentos a voltar, acumulam-se todos. O irracional percorre o infinito.

O mundo tem um novo conceito, assim como o destino escolheu. Não... o destino não tem nada a ver com isto. Nasceu aquela que rege a existência, aquela que cria e destroi os novos ciclos. A mais humana. Controla o poder oculto dos humanos.

Uma deusa.

- Vais ficar a espiar-me por quanto tempo? Não gosto de sentir-me observada. - a voz suave da rapariga rasgou o presente. Parecia uma deusa, alguém diferente, uma nova existência, uma explosão de mistérios. Virou costas e deixou de encarar o nada. Sorriu e começou a caminhar em direcção à maior árvore da floresta. Parou ao lado dela e sorriu. Um sorriso diferente. Superioridade - Shiki.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Syaoran em Seg 30 Jun 2014 - 2:53

- Desculpa não era a minha intenção - desculpava-se sem ter ouvido o nome da falecida, saída de trás de uma das muitas árvores a onde estava, tinha acabado de chegar e não tinha visto nada, mas não queria criar mais mal entendidos - Hime-chan... - disse ainda perto da árvore de onde tinha saído.

Queria começar por desculpar-se pelo o que tinha acontecido e tentar explicar o porquê de ter a abandonado, tambem queria certeficar-se de que a rapariga estava bem e ver as lacunas que poderia ter devido ao que aconteceu.

(Aquela Dreyar disse que a ajudou por isso ela deve ter algo, como devo agir?) - perguntava-se na sua cabeça ainda ouvindo e sentindo o desespero daquelas pobres almas que ele tinha condenado a algo pior que morte.

Deu um passo em frente tentando aproximar-se da rapariga mas logo hesitou ainda não sabia qual seria a melhor maneira para ajuda-la no suposto problema que ela estava a passar.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Seg 30 Jun 2014 - 19:30

A atenção de Sheena foi captada. Com movimentos suaves virou o corpo, sem expressão em cada traço, tudo o que fazia era diferente. Parou em frente a Alibaba e os seus cabelos dançaram ao ritmo da brisa, um sorriso formou-se nos seus lábio. Um sorriso seco. Um sorriso estranho. Tudo na ilusionista era estranho.

- Alibaba-kun. - falou numa voz firme mas de certa forma vazia, um paradoxo - Olá.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Syaoran em Seg 30 Jun 2014 - 19:55

O Ferreiro ficou com medo, não a temer pela sua vida, mas preocupado com o estado da rapariga, apesar de não ter falado com ela tempo suficiente desde que voltou sentia que ela estava diferente do que quando estavam nas montanhas antes dos acontecimentos da Shiki

- Hime-Chan. Estás bem? - perguntou, olhando a rapariga de alto a baixo, tentando procurar algum indicio fisico, mas nada de relevante.

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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Seg 30 Jun 2014 - 20:04

Medo. Havia medo no espírito de Alibaba, receio pelo estado da jovem. Esta apenas sorriu novamente enquanto sentia o medo do ferreiro tomar a forma de energia, depois materializava-se em borboletas negras. As borboletas bailavam em direcção a Sheena, adentrando no seu corpo, fundindo aquela energia com a jovem. Suspirou de alegria. Sentia-se viva. Sentia-se bem. Era superior, o seu corpo era a personificação de todas as sensações.

- Eu estou bem, porque não haveria de estar? - virou-se novamente e ficou de costas para o rapaz. Apreciava as restantes árvores, o restante mundo - Tu estás bem Alibaba? Aconteceu algo? Se quiseres podes contar-me o que aconteceu neste ano e meio. - ainda de costas alargou outro sorriso, um vitorioso e ganancioso - Fala-me de todos os sentimentos que sentiste na altura. Reencarna-os.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Syaoran em Seg 30 Jun 2014 - 20:32

OFF: Não sei se posso ver isso ou não...


- Hime... Eu sei que não tenho direito de dizer isto, mas tu estás estranha. Ela tentou matar-te e morreu na tua frente é normal que não estejas bem. O Judal disse-me que ficastes afectada com o que aconteceu e agora estás estranha. - falava  começando a levantar a voz, o seu medo pela situação estava a aumentar e com o pedido da rapariga  de costas e a fazer-lhe o pedido para lhe contar o que tinha feito isso só o intensificava - Eu conto-te tudo que aconteceu, mas só depois de parares de agires assim. - dizia  esticando o braço pousando a sua mão no ombro da rapariga

Não gostava do que estava a acontecer, ela já tinha mostrado-se um pouco mais fria do que era habitual, mas nunca tinha chegado aquela situação, apesar de o zumbido dentro de si continuar havia algo maior do que os seus problemas que tinha de tratar agora.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Seg 30 Jun 2014 - 20:45

O medo aumentou e o número de borboletas era proporcional, todas continuavam no mesmo ritmo calmo, fundiam-se com o corpo daquela que as chamara. Sheena virou um pouco o rosto e encarou o ferreiro, mantinha o sorriso no rosto.

- Se o meu estado se devesse só à morte de Shiki, eu ainda era um pouco racional. É acumulação Alibaba. Os meus sentimentos por ti. A minha amizade com a Shiki. A morte de Shiki. O Kyle. O Alphonse ... Até uma garotinha que come escuridão. - fez uma pequena pausa e virou-se completamente para o rapaz. Abriu ambos os braços - Eu não posso deixar de ser assim. Já fundi o meu espírito com todas estas sensações. - baixou os braços, olhou para o solo durante alguns segundos - Vamos lutar. - sussurrou.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Syaoran em Seg 30 Jun 2014 - 21:10

Aquela mulher continuava aquela ato estranho, justificava-o dizendo que era a tudo devido aos seus sentimentos, tanto negativos como positivos.

- Pára de falar dessa maneira estranha! - ordenou num berro - Não gosto como estás a agir agora. - pedia agora abaixando a voz, acabando no meio dos seus pedidos por não perceber as ultimas palavras da rapariga enquanto olhava o chão.

Estava a ser egoísta, ordenava o retorno da amada que se lembrava, mesmo que ele próprio tivesse mudado bastante mesmo que estivesse a tentar mudar de volta.

(Calem-se um pouco, isto é importante. Podem-me chatear numa luta, quando tento dormir mas agora quero ter toda a minha atenção nela! Calem-se!) - ordenava as almas dentro de si tentando-as fechar e as tentar não ouvir para ter toda a sua atenção focada na mulher à sua frente.
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Re: Floresta das Sakuras

Mensagem por Mustang em Seg 30 Jun 2014 - 21:13

- Alibaba... - o seu rosto tomou feições sérias, a conversa já não estava a ser agradável, o ferreiro não levava aquela conversa a sério - Eu não estou a brincar. Tu queres saber o que tenho dentro de mim e eu... - fez uma pausa e apontou para o corpo do alquimista - Quero saber o que tens dentro de ti. - deu dois passos e parou, os seus circuitos mágicos estavam a transbordar daquela energia estranha - O combate é a melhor maneira de descobrirmos o que somos. Vamos libertar isto.

...

- Eu não te vou matar, Alibaba.
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Re: Floresta das Sakuras

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