[Halloween Town] Caster VS Bakai Suno

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[Halloween Town] Caster VS Bakai Suno

Mensagem por Mysterion em Qua 2 Jul 2014 - 19:03


Belo e expressionista, o jardim de rosas vermelhos é decorado com cartunescas representações do Halloween, sob uma lua azul de vidro.




Spoiler:

Fato Especial dos Bathory:
Spoiler:

Informações Gerais da Personagem:

Nome: Alucard

Alcunha: Shito (Apóstolo da Morte); Jack Seward (Nome falso usado para esconder o fato de que é Servant)

Clã/família: –/–

Sexo: GAR (Masculino)

Idade: Quando morreu tinha o equivalente imortal aos 23 anos humanos.

Altura: 1,80

Peso: 68 kg

Descrição da personagem:
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Encontra-se distante a última vez que me vi diante de um espelho ou de uma poça de água, dos tempos em que no meio do suor e dos pântanos tinha de caminhar para atender aos desejos de um mestre que talvez seja pior do que a atual, e agora que finalmente me deparei com um em meu aposento concedido pela família Bathory (uma verdadeira câmera escura e abafada, o que só posso julgar como apropriada), percebo que o longo sono (se é possível conceder este título ao período de inatividade) concedeu-me de bandeja prateada e caridade irônica características que, em outros tempos, teriam facilmente amedrontado os cidadãos comuns (agora nesse tempo em que o sobrenatural se vê mais difundido embora menos poderoso, deve apenas resultar num suspiro de ‘mais um?’). Cabelos de neve, estes desgrenhados (nunca fui de os tratar de toda e qualquer forma, isto era serviço para Galahad, Lancelot e outros cavaleiros que preferiam a companhia de donzelas e a ausência de seus vestidos), e olhos vermelhos, vermelhos de vício, de sono, ou de demônio, escolha qual quiser. Nos piores dias, encontro olheiras que me lembram de Césare, e nos melhores apenas o vicioso brilho noturno, com alguns tons escurecidos. É possível que meus cabelos, agora que penso, sejam peças em conjunto desta pele branca, pálida e talvez até doente, ou são peças vendidas separadamente que apenas dei o azar de esbarrar? Seja como for, se me deitasse na neve nu e fechasse os olhos, de certa não seria reconhecido. Já em dias normais, devido a esta altura melhor desenvolvida do que considero necessário, devo ficar facilmente em evidência. Que então a aproveite para passar uma atmosfera e postura falsa de poderoso e em controle de si mesmo.

Minha boca. Em suas laterais, pequenos arranhões. Em seu fundo, dois caninos de minha herança. Felizmente, no mundo moderno, já me deparei com muitas pessoas que carregam o mesmo estigma, então creio que já se tornou pelo menos recorrente. No entanto, como me pareceu apropriado, o único acessório que verdadeiramente porto agora é uma coleira negra de cão, talvez pelo olhar de desprezo que minha nova Master sempre me concede, e isso por sua vez me enche de voraz prazer.

Os traços de meu rosto, agora que vejo, não estão em pior estado que o restante. São traços fortes, um pouco macabros no escuro, mas definitivamente nobres. Elizabeth no outro dia comentou como meus traços lembram alguns nobres antigos de sua casa, embora eles nem possuam muita beleza por si sós muito menos com minha ‘atitude bárbara’. Se tenho o aspecto de bárbaro, esta denominação não teria sido melhorada de nenhuma forma pelo meu físico, coberto de violentas cicatrizes de tempos distantes. Infelicidade que a postura de Servant insista em manter até estes detalhes históricos. Para ocultá-los, Elizabeth me concedeu em Toda a Sua Gentileza e Caridade e Bondade e Pureza de Santo Espírito roupas em boa parte brancas ou negras, mas me fiz dono, com sua relutante aprovação, de um fato negro e vermelho que estava entre as posses de um falecido membro da família, assim como de seus sapatos. Elizabeth é uma completa esnobe, mas que fique em minha mente registrado que a família Bathory possui excelente gosto.

Personalidade:
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Acho engraçado, ou talvez o calhe de ser apenas para mim, o quanto Elizabeth parece encontrar disposição e certa quantidade de tempo para se queixar, de todas as coisas, da minha personalidade (embora minha aparência preguiçosa e minha falta de poder sejam tópicos que em sua opinião sabem bem como acompanhamento do jantar). Ela, de todas as coisas sendo meramente uma criança diante de mim, apelidou-me de infantil e o grudou com convicção. Não sou, de nenhuma forma, infantil a menos que me calhe, ou seja, de alguma ou outra forma talvez o seja. Mas tenho justificativa, a justificativa de ser tão imensamente divertido tratar os outros como idiotas.

Apesar de tudo, ela me chama de um estudo de contrastes, algo que também já fora comentado por Merlin em certas ocasiões. Apesar da suposta infantilidade, me vêem como determinado e sério em relação a uma metódica ordem de raciocínio, mesmo que esta seja impulsionada por vontades pueris, como a de atormentar os outros. Segundo Merlin, eu era tanto capaz de estudar Magecraft por horas a fio, fazendo uma tabela com algum papel e grafite ao longo do processo para arrumar os cálculos de um novo feitiço quanto passar longas e longas horas apenas sentado com ele, trocando sarcasmo de um lado para o outro da sala como uma bola, elaborando argumento e brincadeiras que o forçavam a dar certas respostas e depois cair em minha armadilha, o forçando a admitir inferioridade, o que é certamente uma forma sofista de entretenimento.

Este fator de construção aparentemente também ganhou inimizades com minha Master. Ela diz que calculo mentiras e segredos para ela, fazendo seu conhecimento dançar em minha mão por motivos nefastos. Ora, esta é uma mentira em si. Talvez eu guarde segredos, e sim, talvez eu os revele de forma gradual que melhor se adeque a nossa situação (embora estas escolhas sejam a visar o bem da parceria e não interesse próprio), mas eu nunca minto. Apenas, como faria uma fada celta, conto minhas meias-verdades e palavras exatas, e, bom devoto a mim mesmo como sou, as cumpro da forma como foram ditas. Quando argumentei isso, ela disse que era apenas outra forma doentia de me divertir. Que o seja, então. Não fui eu que fui doente o suficiente para perguntar a identidade de um Servant. Que falta de respeito.

Respeito. Elizabeth diz que tenho respeito por ninguém além de mim mesmo. Outra mentira. Eu tenho um respeito intricado por empregados, por nobres e por pessoas dignas de valor. Se ela e aqueles que ela considera valorosos não se encaixam em meus parâmetros, a fraqueza é deles, não minha. E, pior de tudo, eu não tenho muito respeito por mim mesmo. Nem sempre atinjo minhas próprias expectativas. Simplesmente, desgosto de algumas de minhas próprias ideologias embora, como uma falha mortal que atormenta o herói de uma tragédia grega, eu não consigo me livrar delas, e devo ter algum apreço por elas se as adotei em primeiro lugar.

Algo que ela nunca me chamou e muito menos Merlin, Arthuria ou qualquer outra figura fora de idiota. Talvez esta seja a minha grande virtude, minha inteligência, meu raciocínio, meus nervos de aço oxidado que me permitem caçar sem cessar a resposta que busco, e meu grande pecado é meu conhecimento disso. Talvez seja outra virtude saber exatamente onde calham minhas falhas mortais? Muitos não o sabem pessoalmente, ou simplesmente as ignoram quando lhe são jogadas na cara. De facto, se não possuísse este raciocínio, seria incapaz de ter um sistema tão padronizado de valores e análise que uso com todos que conheço, ou simples e cegamente aceitaria a companhia de todos.

Que mundo estranho. Talvez seja este sistema de valores, ou minha integração incompleta, mas meu choque cultural se deriva fortemente de desprezo. O que não sangrei para ganhar o título de Caster, e agora soltar uma bola de fogo basta para um jovem ser declarado um Black Mage pela academia e receber o fato apropriado, como rito de passagem. Eu percebo a difusão da magia, e percebo a tecnologia, e os sistemas modernos, mas não consigo parar de retornar, entre minhas nebulosas memórias, um mundo antagônico em relação a humanos, onde todos tinham de batalhar com verdadeira e forte determinação, e agora meramente os costumes e confortos se apoderaram de todos. Há perigos? Mas é claro. Eles só não são dignos de atenção.

Elizabeth, hipócrita, chama-me de cínico, e sei que esta é apenas uma palavra para os bardos bêbados ou para os idealistas. Cinismo é a mais fraca de todas as ideologias, pois acreditar que o mundo é um lugar apenas de dor e sofrimento em si é um idealismo. Eu sou um realista, e sei tanto do bem quanto do mal. Se este segundo gosta mais de se demonstrar, já isso não sei. Meus idealismos antigos me levaram para certos caminhos, e sei exatamente o que repousa, faminto, no final da rota. Por que, me pergunto, tantos gritam furiosos quando tento estender a mão e lhes ajudar com minha experiência...?

Todo homem tem uma falha fatal, uma pequena raiz a qual se pode puxar e então se vê a espiral decadente até que ele encontre ali sua tragédia. Culto que sou, opto logo em me classificar nos sete clássicos, e me descubro um fã dos sete. Orgulho é o primeiro e o que mais me dizem. Perguntam-me se o peso do meu ego não esmaga meu corpo. Apenas respondo que a arrogância deixa de o ser uma vez que é justificada, ou seja, uma vez que provo ser perfeito. Luxúria em seguida, pois amei mulheres e poder e respeito e intelecto, e talvez tenha também amado a sensação do sucesso. Gula, pois os gostos de vinho e de carne nunca realmente abandonaram meus lábios, e acho que uma vez que se venha de minha linhagem e de minha raça tenha-se a obrigação de ser amaldiçoado por tal pecado, quase que obrigatório. Ira, esta que aprendi por ordem de tabela exceto por um antigo desejo de vingança, e porque mais fácil do que ignorar seus medos é matá-los para que não o perturbem mais. Avareza, pois minha alma é vazia, mas meus bolsos não precisam de o ser. Inveja, pois é saudável julgar os outros a partir de si mesmo e conferir que eles têm algo de superior a si, sempre ajuda na difícil tarefa de se conformar e saber por onde progredir. E Preguiça, porque apenas os homens preguiçosos fazem progresso, e porque há caminhos mais fáceis para toda alternativa, e porque é mais simples forçar aos outros a fazer seu trabalho do que ir e fazê-lo, mesmo sob pena de ser mal-feito, e porque o polissíndeto é mais simples do que o baile gramatical.

Nota do Igneel-Chan:
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É importante salientar que, como a personalidade e descrição física são escritos em formato epistolário, do ponto de vista do próprio Caster, detalhes vitais para a personagem, que por conveniência ou falta de conhecimento de seu próprio autor, foram omitidos. Aqui eu explico alguns detalhes para melhor compreensão de sua personalidade [s]para depois não me acusarem de ser incoerente com a personalidade da personagem[/s].

Caster, obviamente, não tem como saber de suas experiências como Archer, por conta do sistema da Sehai Sensou. Assim sendo, ele é incapaz de dizer quais são as principais diferenças de personalidade entre ambos. Levem em consideração que Alucard é um dhampyr, parte vampiro e parte humano. Um mesmo Servant pode servir em muitas classes, com distinção em suas habilidades e, neste caso, na personalidade. Como Archer, ele está no seu lado mais ‘humano’, e como Classe Cavaleira ele incorpora a versão da sua lenda dele como cavaleiro secreto de Arthuria e fiel general, sendo a versão mais heróica dos três possíveis Alucards. Como puderam ver acima, nenhuma menção a Caster ser uma pessoa do bem ou um herói, como havia na personalidade do antigo Archer, pois ele é mais uma pessoa amarga. Esta versão de Alucard incorpora a visão que as pessoas tinham de feiticeiros na época, devido a esta ser a versão que mais acompanhou de perto Merlin e seus estudos. Ele é uma pessoa reservada e por vezes antipática, e ao invés de se curar de seus traumas com a ajuda de companheiros como no passado, ele meramente se entreteve para passar o tempo, e coisas como orgulho, ambição e fúria ainda correm fundo em seu cerne, o tornando o mais próximo de um vilão que Alucard pode chegar. Aqui, ele é metade humano e metade vampiro completamente na personalidade, e as piores como as melhores características de ambos os lados se mesclam.

(Esta não é a completa verdade. A terceira possibilidade de classe para ele é Berserker, no caso, um completo vampiro, e este é o mais violento e monstruoso de todos. Mas, sendo ignorante por sua fúria, não é tão perigoso quanto os outros).

É importante salientar o quão diferente este Alucard é do Alucard Cavaleiro. O Alucard Cavaleiro, como General, era manipulador e planejador, mas isso mirava normalmente a proteção, pois seus planos quase nunca eram ofensivos, mas sempre par recolher recursos como no caso com Rinta e para defesa, até mesmo nos combates. Este Caster, por outro lado, é muito mais frio e mais dado a controlar as pessoas para fins próprios. Este aqui também é mais dado a uma visão alienígena do mundo devido a sua prática como feiticeiro, um maior desacato por ideais de honra e heroísmo, e uma maior indulgência em Luxúria. Inclusive, para quem reparar bem, algumas das trilhas sonoras, como Fake Hero, que simbolizavam seus ideais, foram retiradas, assim como as imagens, apesar de ainda mostrarem a mesma personagem fictícia, mostram-me menos... Ambíguas em personalidade. As anteriores eram relaxadas e antipáticas, as atuais são... Bem.

Julgamento final: Character Alignment: Chaotic Good para seus companheiros (e isso para uma dada percepção de Bom, completamente subjetiva), True ou Chaotic Neutral para a maior parte das pessoas, Neutral Evil em seu completo ser.

Biografia!


Parte 1:
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Alucard nasceu num país chamado Romênia. Isolado dos cidadãos, ele viveu num castelo no centro de uma cidade, onde uma enorme trincheira, combinada com o medo de entrar no castelo, afastavam todos os outros de se aventurarem por lá. Ele nasceu filho de um rei chamado Vlad, que era conhecido como Conde Drácula. Drácula deu o nome de seu filho em homenagem ao seu (Sendo que Alucard é um anagrama de Drácula).
Drácula era um vampiro, uma espécie de demônios possuidores de grande força e poderes negros. Alucard herdou a espécie do pai, sendo treinado por este para sucedê-lo e governar como merecia. Alucard, com o tempo, ganhou o seu foco como vampiro, ao invés de aprender manobras políticas como governador de uma cidade inteira. O rapaz, em pouco tempo, ganhou inimizade com o próprio pai por causa disso, além do fato que as ações tirânicas do pai lhe enojavam.
Ele se sentou numa mesa com seu pai, e ambos começaram a discutir sobre isso. Seu pai insistia sobre seu filho tomar o seu trono e governar igualmente a ele, e Alucard insistia que sua posição como governador seria melhor com outra pessoa, e que ele não tinha o menor interesse em lugares como aquele castelo decrépito e sombrio onde vivia, conhecido como “Castlevania” na época. O pai se enfureceu diante disso, e se ergueu da mesa num salto, causando um batuque forte no chão a ponto de toda a cidade ouvir.
Ambos correram até o arsenal escondido no castelo, e pegaram espadas, atacando um ao outro pelas suas crenças do que era certo ou errado. Alucard era um lutador bastante ágil, porém espadas não eram seu forte. Largou elas e atacou com seus próprios poderes, algo que ele estava mais acostumado com. Seu pai largou as espadas também, e lutou da mesma forma. Não era tão ágil como o filho, com a idade dele já estando diminuindo sua capacidade física, mas Drácula tinha uma maestria melhor dos poderes de vampiro do que seu filho. Depois de uma longa luta, Alucard eventualmente se ajoelhou derrotado e ferido.
Ele gritou com o pai, mesmo a beira da morte, dizendo que não tinha forma dele suceder ao pai, e que Drácula havia perdido a razão. Enfurecido, Drácula levantou a mão e se preparava para matar o filho. Estavam ambos no meio do saguão do castelo, onde a forte essência de magia negra, acumulada por séculos da vida de Drácula, e os morcegos de olhos abertos, todos se dividindo entre o lado de Alucard e de Drácula, cada um com sua opção de quem tinha a razão ou não.
Drácula olhou para cima, encarando fixamente o grupo de morcegos que discordava dele e achava que o filho tinha razão. Ele rugiu de fúria, o que chamou a atenção da esposa, que antes dormia no quarto. Assustada, ela desceu as longas escadas de Castlevania rapidamente, enquanto Drácula pessoalmente saltava e atacava os morcegos, os exterminado e destruindo sua carne. Alucard estava sofrendo a dor dos ferimentos, mas estava atento ao que acontecia, e se entristecia quando via aqueles que lhe apoiavam mortos.
A mulher de Drácula entrou no grande saguão, horrorizada pelo mar de sangue. O saguão, repleto de caveiras e carne, agora embainhado pela dor e sofrimento. Vendo Drácula criando aquela carnificina, gritou para que ele parasse. O homem parou por um instante, e se virou para baixo, vendo sua esposa com indiferença. No segundo seguinte, ele já estava descendo ao chão e colocando os pés nas carnes arrancadas, olhando para a esposa em silêncio.
Alucard viu a mãe horrorizada, e sentiu uma ponta de dor no coração. Sua mãe exigiu que soubesse o que estava acontecendo. O rapaz não soube o que responder, percorrendo o salão com os olhos. Drácula viu a oportunidade, e falou exatamente o que havia ocorrido. Todo o castelo entrou no mais profundo silêncio, enquanto a mãe de Alucard calculava e pensava no que havia acabado de ouvir. Ela então gritou para Drácula que o filho dele tinha toda a razão, e que seu marido estava falando e fazendo besteiras.
Drácula se enfureceu e, num golpe, matou a mulher sem pestanejar. Ele então, com a mão direita cheia do sangue da mulher, se virou para Alucard, dizendo o quanto ele era parecido com a mãe dele: Era idealista e fraco. Ele sorriu para o filho malevolamente, prosseguindo com a mão direita na direção dele, pronto para dar o golpe final. Alucard sentiu um calafrio mortal correr pela pele, e viu então, que era seu fim. Ele abaixou a cabeça apenas, com lágrimas misturadas a sangue correndo pelo seu rosto, pela morte da mãe e eventualmente a sua.
Um dos morcegos que ainda defendiam Alucard, observando tudo e raivoso pela morte dos companheiros, voou até Drácula e o mordeu. Drácula revirou o corpo, tentando se livrar dele, mas o morcego era muito evasivo para ser atingido, e o homem começou a ir para trás, tropeçando e escorregando no sangue. Caindo no chão, ele agarrou o morcego e o espremeu, enquanto vários dos morcegos, que antes apoiavam Drácula, mas mudaram de lado após verem ele matar a mulher, se reuniram ao redor de Alucard e levantaram vôo, o levando para fora de lá.

Parte 2:
Spoiler:


Alucard foi deixado pelos companheiros morcegos no hospital da cidade onde Castlevania ficava, com alguns dos morcegos ainda distraindo Drácula. Alucard foi posto sobre cuidados imediatos, e não podia se mover após a cirurgia, senão os ferimentos abririam num instante. Mesmo assim, os morcegos levantaram vôo com ele novamente, sabendo que não demoraria até Drácula o achar e matar. Ele voaram para fora da cidade, e foram até não agüentarem mais.
Viram, do céu, uma cabana de madeira rústica, porém parecia acolhedora, mesmo estando no meio de uma densa floresta. Desceram com Alucard, e o deixaram ali, se escondendo numa caverna escura e próxima ao príncipe vampiro, observando tudo. Uma rapariga saiu da cabana durante a tarde, e viu o rapaz abandonado. Sem hesitar, o acolheu e o deitou numa cama reserva, tratando dele. Alucard só acordou dois dias depois, se perguntando onde estava. Olhou ao redor, olhando um pouco de comida próximo dele. Comeu rapidamente.
A porta bateu, revelando a rapariga que no mesmo instante que o viu acordar, pegou uma cadeira e se sentou ao lado dele, perguntando se ele estava bem. Ele respondeu que sim, e perguntou onde estava. A rapariga respondeu que na casa dela, que ficava no meio da floresta, não muito longe de uma cidade. Ele perguntou há quão longe aquele lugar ficava de Castlevania. Ela não sabia o que era Castlevania, então ele perguntou usando o nome da cidade onde o castelo ficava.
Ela respondeu que ficava a umas três cidades de distância, e ele respirou fundo, se levantando com o pensamento que não demoraria até Drácula o encontrar. A rapariga insistiu para que ele não andasse que ele ainda precisava descansar, mas o rapaz declinou, dizendo que ainda podia fazer algo. Ela agarrou o braço dele, dizendo que não soltaria até ele se deitar novamente. Alucard ignorou e começou a andar para fora da cabana, com ela o seguindo e agarrada a ele. Com o peso no braço, ele mal conseguia andar, e os ferimentos que doíam não ajudavam.
Por fim, ele decidiu ficar até os ferimentos se curarem. Ele ficou na casa dela por uma semana, recebendo comida e cuidados. Quando terminou, ele se levantou, agradecendo por tudo e indo embora. A rapariga não impediu, mas começou a segui-lo por um dia inteiro. Os morcegos saíram da caverna, se amontoando ao redor de Alucard e pegando frutas das árvores para os próprios e para o príncipe. Ele se deitou no chão após a caminhada de um dia, e adormeceu na grama.
A rapariga olhou com atenção o rapaz dormindo, e respirou fundo, vendo como ele era teimoso. Pegou frutas das árvores e se sentou do lado dele. Os morcegos rapidamente acordaram ao ouvir os passos dela, e guincharam. Alucard, com o sono pesado, nem acordou. A rapariga pediu silêncio, e eles a reconheceram como aquela que cuidou do rapaz. Por fim, voltaram a dormir.
Na manhã seguinte, Alucard despertou com a rapariga ao seu lado, e não disse nada. Ela lhe passou uma porção de frutas, também sem dizer nada. Após ele concluir a refeição, a rapariga perguntou o nome dele. Ele respondeu, perguntando o dela. Ela respondeu “Yoko” e começou a fazer diversas perguntas, inclusive porque os morcegos o seguiam e porque ele chegou ali.
Alucard se encheu de raiva a ser perguntado sobre o que lhe aconteceu, se calando e não dizendo nada. Yoko se afundou na tristeza, e pediu desculpas por ter perguntado o que não devia. Por fim, ela perguntou que se não tinha para onde ir, Alucard não gostaria de passar um tempo com ela até achar um lugar. Mesmo um pouco relutante por dentro, ele acabou aceitando.
Passou mais duas semanas se recuperando na casa da rapariga, descobrindo sobre o estilo de vida calmo de Yoko, e invejando isso, querendo viver uma vida igual. Com o tempo, eles acabaram se tornando bons amigos. Os morcegos se alojaram de vez na caverna, levando frutas para os dois que estavam dentro da cabana diariamente. Alucard, por uma das poucas vezes na vida, sorriu enquanto vivia com Yoko. Esqueceu-se da existência de Drácula por um tempo.
Num dia, enquanto ele e Yoko comiam, ele escutou um guinchado alto vindo de perto. Ele se virou para trás, e viu um dos morcegos da caverna gritando de medo. Em um instante, ele caiu morto no chão. Yoko gritou horrorizada, mas Alucard assumiu uma face fechada, sabendo exatamente o que era. Ele se virou para Yoko e pediu para que ela se escondesse. Relutante, pois não queria que ele se ferisse, ela acabou se escondendo.
Ele saiu da cabana, olhando com desdém para o pai lotado de ferimentos e mordidas, que também estava ofegante. Perguntou sarcasticamente como ele estava, e foi atacado no mesmo instante. Pai e filho entraram numa luta sangrenta, que, mesmo estando em melhores condições, o jovem acabou sendo o perdedor. O pai, tendo matado todos os morcegos, não tinha mais distrações. Ele ergueu a mão direita, uma garra de vampiro extremamente forte, para matar o filho.
Ouviu-se um tiro vindo. Drácula foi acertado com força na mão erguida, virando a cabeça para ver quem foi. Yoko, suando, erguia um rifle pesado nas mãos, o que era surpreendente ela possuir. Ela falou que ela mesma tinha feito, e atirou novamente em Drácula. Ele se desviou, e prosseguiu para matar a rapariga num golpe sem hesitar. Ela caiu no chão, com o corpo todo torcido. Alucard olhou aquilo com horror.
Drácula se virou para o filho e disse que também tinha queimado duas cidades procurando ele, e que estava indo queimar a mais próxima. Tomado pela fúria, Alucard se levantou instintivamente e começou a correr na direção da cidade mais perto. Drácula, mais lento, tentou seguir o ritmo do filho. Achava que ele estava louco, afinal só iria selar o destino da cidade. Mas Alucard sabia que precisava distrair o pai.
No instante seguinte, Alucard saltou de volta, com os ferimentos abrindo, e pegou o rifle de Yoko. Drácula tentou imitar os movimentos, mas os ferimentos dele eram um grande problema, o impossibilitando. Alucard se virou para ele e disparou na cabeça dele e no coração. O pai urrou, caindo no chão, aparentemente morto. Alucard suspirou, e olhou para o corpo morto de Yoko, triste. Ele, com lágrimas nos olhos, caminhou até a cidade mais próxima. Caiu nos portões da cidade, sendo levado até o hospital.

Parte 3:
Spoiler:


Alucard, após tratado, encontrou um emprego na cidade, como assistente numa loja. Ele, usando a força de vampiro, tinha facilidade em levantar enormes objetos sobre sua cabeça, uma capacidade que um dia foi observada por um chefe da guarda da cidade. Alucard recebeu um convite para integrar a guarda. Ele aceitou, largando o emprego e se instalando próximo do castelo no centro da cidade. Lá, Alucard se fez um cavaleiro rapidamente, derrotando vários outros que andavam equipados com armaduras e espadas.
Alucard derrubava todos com as mãos vazias, mas ainda carregava consigo o rifle de Yoko, perguntado freqüentemente que arma era aquela. Ele disse que era uma arma que ele manejava, mas que ele preferia não usar. Ele a nomeou como "Hades" em frente aos outros, e a guardou muito bem para não ser roubada, ou seja, sempre perto dele. Todos os cavaleiros admiravam aquele novato, que facilmente tomou a posição de chefe da guarda, substituindo com orgulho aquele que lhe empregou.
O chefe anterior não guardou rancor, pelo contrário, o ajudou para progredir, afinal já teria de se aposentar. O treinou pessoalmente, e Alucard se tornou muito mais forte. O estudo de poderes negros de Alucard seguiu como antes, e agora Alucard era provavelmente mais o guerreiro forte na cidade. Todos da cidade lhe admiravam não só pela força, mas pela personalidade benevolente, embora as vezes fria. Ele ganhou o titulo de Apóstolo da Morte, por brincadeira por ser um oposto dele, mas o nome pegou e até o rei estava o chamando assim.
Alucard levava o trabalho a sério, caçando sempre os monstros mais perigosos que ameaçavam a cidade junto com seus cavaleiros, liderando a frente nas batalhas. Já se fazia três anos desde a entrada dele na cidade, porém ele já era mais importante que pessoas que levavam uma vida lá. Ele trabalhava como guarda-costas pessoal do rei, e tinha grande admiração até deste. Sua vida marcada por tragédias era um segredo, e sua descendência também.
Um dia, ouviu boatos sobre um homem pálido num capuz entrar pelos portões do palácio. Questionou seus guardas sobre o homem, e recebeu a mesma descrição: Alto, envolto num capuz e com uma pele pálida, no mesmo tom que Alucard. Apavorado, ele ordenou percorrerem a cidade atrás do homem. Os guardas não questionaram sua autoridade, mesmo estranhando. Mas o rei não deixaria por isso, e pediu um jantar particular com o rapaz.
Durante o jantar, o rei perguntou por que estava esquadrinhando a cidade dele, e porque tanta agitação. Mesmo relutante Alucard disse o mínimo sobre seu passado, apenas dizendo sobre sua descendência. O rei, mesmo sabendo que ele estava ocultando informações, não questionou mais, porque já tinha o que precisava. Ele apenas pediu para que não inspecionasse a cidade mais sem sua permissão. Alucard concordou, e eles continuaram a jantar.
Durante uma semana, não se via sinal de do homem de capuz, e Alucard pensava que estava paranóico. Ele ordenou que interrompe-se a procura temporariamente, até que se tivesse outro sinal do homem. Os guardas pararam a busca, e por um tempo só se teve paz. Uma semana depois, se ouviram boatos diferentes: Um enorme morcego que voava pelos céus, monstruoso. Antes que Alucard mandasse a busca, o rei já tinha o feito por dois motivos: Primeiro, pelo fato de ameaçar sua população. Segundo, porque suspeitava que fosse Drácula.
Alucard e o rei trabalharam juntos para encontrar a besta, pelos mesmos motivos. Alucard falou sobre as fraquezas de seu pai, ou seja, uma enorme quantidade de luz. Ele constatou que ele e seu pai não tinham fraqueza a luz do sol como a maioria dos vampiros, mas que o seu pai não suportava magia da luz mesmo assim. O rei pegou os melhores magos que tinha a disposição e começou a colocá-los de guarda.
Os cavaleiros sempre procuravam nos cantos mais escuros da cidade, atrás do morcego. Desde os esgotos até as cavernas. Em nenhuma das buscas, foi achado sequer um sinal. Como o monstro não estava na cidade, foi invocada uma busca pelos arredores, incluindo dentro de árvores e em cavernas. Os cavaleiros, cansados, sempre retornavam sem sinal e a busca não cessava. Alucard já não conseguia dormir, se sentindo sem poder relaxar até achar o pai. Ele tinha certeza que havia o matado.
O rei também não conseguia dormir, conforme via que seus cidadãos eram atacados pelo morcego durante a noite a ao amanhecer, estavam com uma mordida no pescoço e sem uma gota de sangue. Ambos Alucard e o rei começaram a ficar grande parte do dia juntos, usando seus cérebros para derrotar Drácula. Ambos dormiam acordados, por virarem a noite pensando. Conforme ficavam mais fracos, mais vítimas apareciam, mas Alucard estranhava um fato: Os vampiros tornavam as pessoas mordidas seus escravos, os infectando com o dito "vampirismo".
Então não devia ser um vampiro, mas um morcego gigante apenas. Mesmo assim, Alucard não descartava a idéia de ser o pai dele. Como não era encontrado fora da cidade, os cidadãos e até alguns dos guardas começaram a suspeitar que a criatura se encontrasse dentro do castelo. O que era uma simples suspeita de localização, em segundos se transformou em revolta contra o rei. Ele falava para o povo que não era motivo de pânico, mas não descartava a idéia dele estar dentro do castelo.
Alucard e o rei mandaram vasculhar o castelo. Enquanto Alucard dava todo seu esforço atrás do monstro, o rei chegou a pensar por um instante que era o próprio Alucard o monstro. Ele começou a espiá-lo de perto, mas se lembrou que se ele quisesse matá-lo já teria o feito. Alucard se moveu até o centro do castelo, na parte subterrânea. Enquanto caminhava pela gruta fria com sua equipe, ouviu um largo guincho.
Suspirando fundo, sabendo que o momento era aquele, pediu a equipe dar um passo para trás, e pegou o rifle em suas costas. Das sombras, seu pai saiu pálido, porém com um sorriso no rosto. Nos instantes que se seguiram, uma batalha de vida ou morte foi travada, com todos os seus homens sendo mortos. Alucard e o pai lutavam, subindo até o topo do palácio enquanto lutavam. O rei tentou ajudar Alucard, mas este pediu para se afastar.
Alucard perguntou para Drácula durante a luta porque não havia infectado a cidade com o vampirismo, e Drácula respondeu que queria ver o filho sofrer a quebrar a cabeça com o mistério. Tomado pelo ódio, Alucard saltou em seu oponente e atirou no pai, usando o rifle de Yoko por lembrança. Ambos depois continuaram a lutar.
Houve um empate. Alucard não podia mais lutar, mas fez seu pai se ajoelhar também. Trabalhando o último instante, Alucard estava num ponto que nenhum tratamento o salvaria, mas ele tiraria a vida de Drácula também. Levantou o rifle e atirou no coração do pai. Drácula caiu definitivamente morto, e, antes que o rei levasse uma equipe médica, Alucard já havia falecido dos ferimentos.
Alucard foi tirado do ciclo de reencarnação, e virou um espírito heróico, na memória de todos como o herói que salvou a vida de todos daquela cidade, e com o rei em dívida com ele.
Numa outra realidade, ele fora invocado como Archer por uma rapariga chamada Dreyar Kohaku, que é uma das classes possíveis para ele. Nesta, ele fora invocado por Rachel Barthory III como o servo Caster, uma das outras classes disponíveis para ele.
A única classe em que ele ainda não fora invocado é como Berserker.

Vila/Cidade: --

Trabalho: Servant (Caster)

Dinheiro: 1.000.000 AD

Theme's:


Habilidades e Poderes da Personagem:

Rank Atual: D

Tipo de combatente: Espiritual

Estilos: Blood and Shadow Magecraft

Energia: 80

Stamina: 60

Animal/Kuchyose/invocação/Pet: Elizabeth Bathory III

Atributo Especial:

Armas: -

Força: 1
Velocidade: 14
Resistência: 10
Poder Mágico: 15

Habilidades:

Visão: Por ter passado parte de sua vida em Castlevania, local extremamente escuro, e outra parte da vida ter praticando com seu rifle, Alucard tem uma visão boa tanto na luz quanto no escuro.

Item Construction: Dá o poder para criar itens mágicos e poções numa capacidade maior. Assim sendo, as chances do item sair certo aumenta, algo que influi nas avaliações.

Spirit Form: O Servant se torna invisível, sua presença sendo notada apenas pelo Master e por outros Servants. Não pode ser usada em batalha.

Todas as Habilidades Básicas.
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Re: [Halloween Town] Caster VS Bakai Suno

Mensagem por Hiroby em Ter 15 Jul 2014 - 22:16


Informações Gerais da Personagem:

Nome: Bakai Suno

Alcunha: Babaca Suno/ Baka Suno

Clã/família: Vampiro

Sexo: Masculino

Idade: 18

Altura: 1,76

Peso: 67 kg

Descrição da Personagem: A imagem já descreve bem mais do que alguma descrição preguiça.

Personalidade: Personalidade do Araragi Koyomi. 

Biografia!

Ver/ler Monogatari

Vila/Cidade: Fuyuki

Trabalho: Estudante

Dinheiro:

Theme's:

Habilidades e Poderes da Personagem:

Rank Actual: D

Tipo de combatente: Equilibrado

Estilos: Ice Ice Baby Power e Heavenly Body Magic

Energia: 80

Stamina: 80

Animal/Kuchyose/invocação/Pet:

Pertences:

Stats:

  • Força: 1
  • Velocidade: 11

  • Resistência: 12
  • Poder Mágico: 16


Atributo Especial: ---

Habilidades: Todas as habilidades básicas
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Re: [Halloween Town] Caster VS Bakai Suno

Mensagem por Mysterion em Qua 16 Jul 2014 - 20:27

Que raio de dor de cabeça. - o aristocrático e cínico Caster não parecia muito de realeza e domínio, mas mais com um adolescente enjoado e estressado com os olhos de alguém muito velho e muito sábio, repleto pelas faíscas dos tons de sangue. - Tudo bem, eu que chamei-te aqui mesmo... Meu exército de mortos-vivos para dominar o mundo e obrigar as farmácias a fazerem medicamento decente. - disse ele com sarcasmo, e sacou de alguma arma. Era um sabre, cujo formato refletia o de um violento canino, encorpado com a cor vermelha de sangue. O rapaz posicionou a sua frente e penetrou no solo, como um cavaleiro faria, e o sorriso dele indicava que sabia exatamente o que emulava, e gozava disso. Jack Seward. - apresentou-se na noite estranha.
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Re: [Halloween Town] Caster VS Bakai Suno

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